segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

70 Semanas de Daniel


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Como interpretar as 70 Semanas de Daniel?
(autor: Bispo José Ildo Swartele de Mello)
Qual o significado das “70 Semanas de Daniel (Dn 9.24-27)? Primeiramente gostaria de ressaltar que em nenhum lugar no livro de Daniel ou em qualquer outra passagem da Bíblia encontramos qualquer menção de que exista um lapso, um intervalo ou um parêntesis entre a sexagésima-nona e septuagésima semanas da profecia de Daniel. Pelo contrário, Daniel profetiza: “Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo, esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. Como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o outro. O Grande Deus faz saber ao rei o que há de ser futuramente...” (Dn 2.44,45).
Demonstrarei que a profecia das 70 Semanas de Daniel é hoje muito mais profecia realizada do que escatologia futura. Daniel estava com seu povo no exílio babilônico. Ele estava estudando as profecias de Jeremias que previam que o exílio duraria 70 anos (Dn 9.2). Visto que o prazo dos 70 anos de exílio estava se cumprindo, Daniel, consciente de que o exílio havia sido uma punição de Deus por causa dos pecados de Israel, começa a interceder pedindo perdão a Deus em nome do seu povo, na esperança de que o castigo de Israel estava para acabar com o final dos 70 anos de cativeiro. A oração de Daniel é ouvida (Dn 9.20-23). Mas, para sua surpresa, ele recebe uma visão de 490 anos (70 Semanas), no final dos quais as bênçãos viriam sobre Israel na pessoa do Ungido (Messias).
Em Daniel 9.24, temos os seis propósitos da visão das 70 Semanas: 1. Para fazer cessar a transgressão; 2. Para dar fim aos pecados; 3. Para expiar a iniqüidade; 4. Para trazer a justiça eterna; 5. Para selar a visão e a profecia; e 6. Para ungir o Santo dos Santos. Todos estes propósitos tiveram seu cumprimento na pessoa de Cristo. Da cruz, Jesus bradou: “Está consumado!” (Jo 19.30).
As 70 Semanas estão dividas em três períodos (v.25): 1. Sete Semanas (7x7=49 anos) de reedificação; Seguidas por: 2. Sessenta e duas semanas (62x7=434 anos); seguida do terceiro e último período: 3. Uma semana (1x7=7 anos) - O v. 26 diz que após as sessenta e duas semanas, ou seja, já dentro da última semana, será morto o ungido, após a morte do ungido ocorreria a destruição de Jerusalém e do templo por um povo de um príncipe que haveria de vir (v.26b); período em que surge o assolador (v.27); a visão de Daniel termina com o assolador recebendo o merecido juízo de Deus.
Deve-se observar que a visão tem um caráter todo judaico: “70 semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade...” (v.24a). A visão vem em resposta a oração de Daniel por perdão e libertação do povo. Embora a profecia de Jeremias 25.12 tenha seu cumprimento no retorno do povo à Palestina e reconstrução da cidade e do templo, 70 semanas ainda estão determinadas para libertação espiritual, que só se dará mais tarde com o advento do Messias, que cumprirá todos os seis propósitos da visão. Depois dos dois primeiros períodos (v.26), ou seja, já na última semana, o Messias será morto, o que traz consigo dois resultados distintos: 1) justificação e salvação para os fiéis e 2) e traz para os infiéis o assolador que sitiará a cidade e destruirá o templo, trazendo muita desolação, tais atrocidades são o resultado da rejeição e da morte do Messias. Joyce Baldwin em seu comentário de Daniel disse com muita propriedade que: “Os números são simbólicos e não aritméticos; pelo tempo em que as sessenta e nove semanas tivessem passado, as 70 de Deus estarão quase completas e o elemento designado como um ungido é evidentemente significativo na realização dos propósitos descritos no versículo 24”i
É assim que Jesus interpreta a visão das 70 Semanas de Daniel. Vejamos o registro de Mt 23: “Enchei vós, pois, a medida de vossos pais (comparar com Dn 9.24 e 1 Ts 2.16). Serpentes, raça de víboras como escapareis da condenação do inferno? Por isso eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém! Que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta... Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra, que não seja derrubada... Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê, entenda)... porque nesse tempo haverá grande tribulação...” (Mt 23.32-24.2, 15, 21). Jesus deixa claro que aquela geração (v.36) de judeus que o rejeitaram seria punida conforme profetizou Daniel, com a casa ficando deserta (v.38) e o templo destruído (24.2). No ano 70 d.C. se deu o cumprimento da profecia de Daniel e de Cristo sobre o abominável da desolação e a destruição do templo. O historiador Josefo que foi testemunha ocular daqueles eventos disse que os judeus nunca haviam sofrido tamanha tribulação em toda a sua história como nação. Josefo conta que mais de 1.3000.000 judeus foram mortos durante os sete anos em que Jerusalém ficou sitiada pelos exércitos romanos, chefiados pelo General Tito, que culminou, em 70 d.C., com a destruição do templo e da cidade. Josefo conta que durante os últimos anos de cerco, a fome era tanta em Jerusalém, que as mães judias estavam matando os seus filhos para comer. Ele ainda conta que os judeus eram crucificados e que por ocasião da invasão não havia lugar na cidade onde não houvessem corpos esparramados uns por cima dos outros.ii De tal forma que as profecias de Daniel e de Cristo tiveram cumprimento literal (Lc 19.41-44; Lc 13.34).
Os Evangelhos sinópticos, escritos provavelmente antes de 70 a.C., relatam as profecias de Cristo quanto ao “abominável da desolação” de que falou o profeta Daniel e a conseqüente destruição de Jerusalém e do templo. Já o Evangelho de João, escrito depois de 90 d.C., nada menciona a este respeito. Podemos concluir que não o faz por entender que tais profecias (Mt 23, 24, Mc 13, Lc 21) tiveram seu cumprimento literal e já, naquele tempo em que o Evangelho de João foi escrito, não eram mais profecias, mas sim história. Seria bom também comparar o relato dos mártires da glória procedentes da grande tribulação conforme encontramos em Ap 6.9s e 7.9s, para notar um caráter completamente distintivo de Grande Tribulação. A Grande Tribulação mencionada no livro de Apocalipse nada tem de judaica, nenhuma palavra é dita sobre destruição de templo. Os mortos nesta grande tribulação são chamados de mártires. Não foram mortos por rejeitarem a Cristo, pelo contrário foram mortos por causa do testemunho que davam de Cristo. Os mártires são cristãos procedentes de todas as partes do mundo e de todas as nacionalidades (Ap 7.9-14). Trata-se, portanto, de uma Grande Tribulação cristã. Entendemos daí que este seja um caso de duplo significado e cumprimento, que mesmo após o cumprimento literal da profecia bíblica, podemos encontrar um outro significado ainda por se cumprir. É como se na visão das 70 Semanas a obra histórica de Cristo e a Sua Segunda Vinda estivessem sendo focalizadas, ao mesmo tempo, através de um telescópio. Sendo este o caso, podemos dizer que mesmo após 70 d.C., podemos entender que está reservado à Igreja uma Grande Tribulação, produto do ódio do Homem da Iniquidade. Baldwin argumenta que para Jesus o significado do “abominável da destruição” não foi esgotado pela sua aplicabilidade às afrontas de Antíoco Epifânio, mas tem uma espécie de duplo cumprimento que se daria com General Titu e a destruição do templo e de Jerusalém em 70 d.C. Ele conclui este raciocínio dizendo:
O livro de apocalipse retoma o simbolismo da ‘metade da semana’, expresso em 11.2 como quarenta e dois meses, durante os quais a cidade santa é pisada aos pés; e em 13.5 a bem tem autoridade por um período idêntico. Se este livro foi escrito, como a maioria dos estudiosos o afirma, após a queda de Jerusalém, então temos aqui uma posterior aplicação da nossa passagem a um fim dos tempos que ainda não teve lugar. Assim, o Novo Testamento positivamente encoraja o ponto-de-vista de que, embora hajam eventos neste ínterim que demonstram a verdade das imagens usadas, ela tem a sua perspectiva voltada para adiante, para uma culminação ao fim da história... Como, então, devemos encarar a última das 70 Semanas com relação ao tempo presente? Do ponto-de-vista da perspectiva do autor, a primeira vinda de Cristo é o ponto focal da mirada para a frente, embora a Segunda Vinda em juízo também esteja em vista. Para ele as 70 Semanas cobriam todo o tempo futuro, e a vinda do reino parecia da posição em que ele se encontrava, como um único evento. É a luz do Novo Testamento que temos aprendido a separar a primeira e a Segunda Vindas de Cristo, e, com a ajuda do Seu ensino, a perceber que há um padrão reconhecível na história, que os Seus seguidores devem observar e esperar vê-lo se desenrolando nos acontecimentos do seu próprio tempo. A reinterpretação das visões de Daniel dada por Jesus em Mt 24 e 25 não subestima os sofrimentos que podem ser esperados pelos Seus seguidores; “desolações são determinadas” (Dn 9.26), embora “ainda não seja o fim” (Mt 24.6-8). Mesmo antes da intensa oposição final (Mt 24.15) o crente pode esperar oposição tal como o Mestre experimentou (Jo 15.20), e assim a Igreja como um todo. A visão de Daniel terminou com o perseguidor encontrando o merecido julgamento. Jesus levou a mensagem um passo mais adiante, focalizando a esperança na Sua vinda em glória (Mt 24.30), descrita em termos cunhados por Daniel 7.13. E o quadro ainda mais completo estava para ser dado no livro de Apocalipse.iii

Portanto, não existe nada no texto de Daniel que indique algo como um intervalo ou paralisação do relógio profético. Vemos que tais profecias são hoje mais história, do que profecias apocalípticas a respeito de dias ainda futuros, pois Jesus veio como Rei de Israel e estabeleceu a nova aliança que fôra profetizada por Jeremias. Jesus foi e é a única esperança de Israel. Na sua primeira vinda, Cristo cumpriu todos os seis objetivos da visão das 70 Semanas de Daniel. A Segunda Vinda de Cristo não será o início da septuagésima semana de Daniel, mas, sim, a consumação final. O Reino de Deus não foi postergado, mas já foi inaugurado por Jesus Cristo em Sua primeira Vinda, como veremos com mais detalhes no próximo capítulo que tratará da natureza do Reino de Deus, com as conseqüentes implicações para a Missão da Igreja.
i Baldwin, Joyce, “Comentário de Daniel” S. Paulo: Edições Vida Nova e Mundo Cristão, 1991, p. 181.
ii Josephus, Flavius, The Wars Of The Jews Or The History Of The Destruction Of Jerusalém, Translated By William Whiston. Book 6.

iii Baldwin, Joyce, “Comentário de Daniel” S. Paulo: Edições Vida Nova e Mundo Cristão, 1991, p. 185 e 188.

97 comentários:

  1. Pastor, Vou dar aula amanha sobre capítulo 9 de Daniel. Estava precisando de mais esclarecimento sobre as 70 semanas. Obrigada!

    Hope em Mato Grosso

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  2. Pastor estou precisando de mais esclarecimento sobre sa 70 semanas de Daniel!!!
    agradeço desde ja!!!

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  3. EXCELENTE EXPLICAÇAO SOBRE AS 70 SEMANAS DE DANIEL. PARABENS!!!!!!

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  4. Alércio Ribeiro (Recife)18 de novembro de 2008 19:21

    Pastor, sempre vejo seu blog e gosto muito dos seus comentários, mas na minha humilde opinião faltou apenas um detalhe.
    O senhor não informou quando acabariam precisamente as 70 semanas. No entanto, o profeta Daniel deixa claro e a história o confirma!

    "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expirar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos.
    Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos.
    Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.
    Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele."
    (Daniel 9:11:27 - de Almeida, 1993)


    Pesquise quando iniciou as 70 semanas e o senhor terá a data quando acabaram as 70 semanas = 490 dias proféticos = 490 anos.

    É conhecido que o decreto mais importante e de maior força política e econômica para restauração total da cidade foi dado por Artaxerxes I. Esse fato ocorreu no ano 457 a.C., cujo ano é aceito para dar início à contagem das 70 semanas proféticas, ou o período de 490 anos (O fim dos 490 anos nos leva a 34 d.C.).

    "Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as curcunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos."
    (Daniel 9:25)

    "ungir o Santo dos Santos".
    "Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana".
    Repare que no início da última semana o Messias foi Ungido = Batismo de Jesus (27d.C).

    "na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares".
    Na metade da semana = 3 anos e meio. Jesus foi morto = Cessar o sacrifício de animais (31 d.C).

    "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo".
    No final da septuagésima semana aconteceu o apedrejamento de Estevão (34 d.C) = Os judeos rejeitaram o Messias e Evangelho foi proclamado aos gentios. Selando o destino de Israel.
    Assim terminam as setentas semanas.
    Obrigado pelo espaço e espero ter contribuído de alguma forma.

    A Paz do Senhor!!! Que Deus continue te abençoando ricamente!!!

    Alércio Ribeiro - Recife / PERNAMBUCO.

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    1. Irmão vc esta se referindo literalmente as 70?

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  5. Caro Alércio,

    Muito obrigado por seu precioso comentário, que contribui para um melhor entendimento do assunto. Valeu!!!

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  6. ola eu estou no japao e acabei de ler os estudos e os comentarios,algumas partes do estudo me ajudou bastante,mais outras estao baseadas em historias que, nao sao acompanhadas por versiculos biblicos.eu aprendi que para um bom estudo do livro de Daniel,e preciso ter um bom conhecimento do tora,lei dos judeos,e tambem,conhecimento de esdras,ageu,zacarias,porque sao todos contemporaneos.tambem e preciso saber porque eles ficaram cativos durante 70anos.na oracao de Daniel no cap.9,Daniel disse que,tudo que sobreveio a eles,era o que estava escrito na lei de moises,levitico 25,e 26 explica o porque dos 70anos do cativeiro.entendendo isso fica mais claro.eu li em um dos comentarios que,a igreja de Deus é os gentios,e que os judeos nao fazem parte da igreja.ai ja é preciso ter conhecimento de romanos e de atos.nos nao podemos esquecer que,Jesus é judeo,a salvacao vem dos judeos Joao 4:22,o nosso noivo e um judeo!e a igreja e composta de gentios convertidos e judeos que creem em Jesus!e o estudo do pastor me ajudou bastante,mais faltaram referencias biblicas em alguns pontos!essa foi a minha visao do estudo!Deus abencoe!

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  7. Olá, você que está no Japão!

    Obrigado por seu precioso comentário!

    Concordo com você que é uma tremenda baboseira este papo que você ouviu por aí sobre a Igreja ser composta apenas gentios. A Igreja engloba pessoas convertidas de todas as tribos, línguas e nações. Como bem ensinou Paulo no capítulo 2 de Efésios, ao afirmar que a parede de separação entre judeus e gentios foi derrubada em Cristo e ambos os povos foram feitos UM (Igreja).

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  8. olá!sou eu que estou no Japão denovo!queria compartilhar algo que aprendi sobre o precioso livro de daniel , mas usando o profeta Ezequiel!em EZ 1:1 o profeta diz que , apareceu no trigésimo ano no quarto mes...mas que data é essa?não é a idade dele!no cap. 4 , DEUS diz pra Ezequiel que , levaria o pecado da casa de Israel em 390 anos certo?e o da casa de Judá em 40 anos certo?mas , no cap 37 , DEUS tamb´´em prometeu que , levaria Israel devolta a sua terra e que limparia os pecados deles certo?e que juntaria a casa de Israel com a casa de Judá!porque DEUS havia determinado 40 anos para judá?porque eles ja haviam estado cativos por 30 anos(motivo pelo qual a escritura diz a data (trigégimo ano cap 1:1)mas mesmo depois do cativeiro,eles nao se arrependeram ne?entao DEUS os castigaria 7 vezes mais(LV 26)então pega 390 anos e tira trinta anos que eles haviam estados presos,=360 ne?mas 7 vezes de castigo =2,520 anos certo?sabemos mais ou menos que,Ezequiel profetizou no periodo de 570-550a.C?? mais ou menos isso segundo as 7 e 62 semanas de daniel certo? 2,520 anos de castigo menos os 570 anos de Ezequiel=a data de 1950 certo?agora,quando que Israel se torno uma nacão???será que ta errado minhas contas?será que Israel ja e´uma nacão que tem um remanescente que cre no nosso SENHOR JESUS e que não são mais 2 tribos??TG 1:1 para quem e direcionada essa epístola? (as 12 tribos que estão dispersas)e que em 1948,virou uma nacão na sua própia terra com um remanescente fiel cheia do ESPÌRITO SANTO!que profecía comprida com exatidão!DEUS ABENCOE!

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  9. Carlos Alberto S. Santos25 de julho de 2009 19:18

    Meu nobre pastor, fiquei fascinado com sua interpretação concernente as 70 semanas de Daniel. Entretanto, ficou uma dúvida quanto ao versículo 27 do cap. 9 de Dn onde fala sobre o concerto por uma semana. Quem faria este concerto. "O principe que há de vir" com os judeus ? Se a resposta for sim, então mostre referências bíblicas que confirme este concerto. Se o concerto foi feito por Jesus com o "principe", mostre também refência bíblicas. E a segunda metade, os 03 anos e meio, se cumpriram quando?
    É possível provar através da história humana ou da bíblia?
    Um forte abraço!!!

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  10. A PAZ DO SENHOR PASTOR!
    MEU NOME É SERGIO DO RJ, GOSTARIA DE SABER SE O SENHOR QUANDO FALA DAS SETENTA SEMANAS NÃO DEIXA CLARO O ARREBATAMENTO DA IGREJA E TALVEZ POSSA CONFUNDIR ACERCA DE A IGREJA PASSAR PELA TRIBULAÇÃO.
    GOSTEI MUITO DO ESTUDO ISSO É UMA COISA DIFÍCIL DE OUVIR NA IGREJA NEM TODOS ESTÃO PRONTOS PRA COMENTAR OU NÃO TEM CONHECIMENTO PRA FALAR SOBRE O ASSUNTO OU DIZEM QUE A ÚLTIMA SEMANA É O PERIODO DO ANT-CRISTO.

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  11. Irmãos,

    A abominação da desolação de que falou o profeta Daniel, e também em Mateus 24 não se cumpriram no ano 70 depois de Cristo.
    Não houve abominação da desolação, houve apenas destruição.
    A abominação da desolação ainda vai se cumpri quando o "príncipe que há de vir" (anticristo) firmar um acordo com Israel (por isso os judeus hoje tem a posse de Jerusalém).
    E esse concerto será justamente p/ a edificação do Templo dos judeus.
    O único lugar hoje em Jerusalém que ainda não pertence aos judeus é o Monte do Templo - aonde o templo era edificado, pois nesse lugar existem duas mesquitas sagradas p/ os muculmanos.
    Por isso, o pacto de Daniel 9:27 diz que "ele fará um concerto c/ muitos", esses muitos são justamente judeus e árabes - pois os árabes têm a posse do local do templo, e os judeus possuem Jerusalém.
    Quando for firmado esse acordo, então será aberto o caminho p/ se retirar as Mesquitas (sem dano) pois será mediante o acordo, p/ que os judeus procedam c/ a edificação do Templo p/ realizarem os sacrifícios do Velho Testamento - o sacrifício contínuo.
    Após esse acordo, inicia-se a última semana de Daniel 9, os últimos 7 anos dessa geração.
    Na metade desses 7 anos, será quebrado o acordo (Dan. 9:27) e tirarão o sacrifício estabelecendo a abominação da desolação (Dan. 11:31)
    Essa abominação da desolação é literalmente o que está escrito em II Tessalonicessens 2:4 - "O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus."

    Ou seja, o anticristo após tirar o contínuo sacrifício, profanará o santuário assentando-se como Deus no Templo de Deus. (Mat. 24:15)
    Por isso, Mateus 24:15 Jesus disse: "Quando pois virdes que a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel está no lugar santo (templo), quem lê entenda.
    Então quem estiver na judeia fuja p/ os montes....
    Porque haverá grande tribulação como nunca houve desde o princípio nem tampouco há de haver. (Mat. 24:21)
    Um abraço a todos!!

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    1. Irmão Jefté, concordo contigo. Vale ressaltar que primeiramente os discípulos fazem uma pergunta: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.( Mt 24:3)
      Quais foram os sinais da vinda de Jesus após sua morte, ressurreição e ascensão ? Essa vinda seria a segunda, pois a primeira ele já estava concretizada, ele estava ali. E a consumação do Século, já passou? Já estamos no Milênio ou na eternidade? Então estas coisas se concretizaria no futuro , antes da sua segunda vinda.

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    2. Ok Irmão!
      É exatamente esse o sentido das 70 semanas. A palavra do Bispo e bem estruturada, mas deixa brachas, pois está claro que em Dn 9:26,27, existe uma pausa, ou seja, essa pausa diz respeito ao início da era da igreja
      Sete semanas de anos, correspondem a 49 anos ok?; sessenta e duas semanas, correspondem a 434 anos isso é cumum a todo ok?. Se somarmos teremos 483 anos, "até o ungido, o príncipe".
      Agora, o calendário judaico é lunar e cada mês correspondem a 30 dias; isso é provado pela cronologia do dilúvio. Considerando-se um ano com doze meses e ainda a correção devido ao sol (nosso ano bissexto), podemos chegar a data futura.
      Então, se falarmos em termos de dias, podemos determinar a data onde terminam as 69 semanas de ano. Sabendo que a ordem de início do período foi dada no dia 14 de março do ano 445 a.C., (no dia 1º do mês de nisã ou abibe) somando-se o número de dias dos 483 anos, chegamos a data de 6 de abril de 32 d.C., "até o ungido, o príncipe", que é Jesus.
      E que evento marca essa data? Ela marca a entrada de Jesus em Jerusalém, montado em um jumentinho, por causa disso o termo até o ungido, o príncipe" Lucas 19:28~44. Zacarias 9:9; "eis que vem a ti o teu rei... e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta"
      Quando O Senhor se apresenta como o rei "ungido" para a Nação de Israel, se cumpre as 69 semanas de Daniel

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  12. Caro Jefté,

    Você busca interpretar tudo literalmente, então, deveria ser coerente, reconhecendo que as seguintes palavras de Jesus mencionadas por você mesmo foram dirigidas aos apóstolos de Jesus Cristo, a saber: "Quando pois virdes que a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel está no lugar santo (templo), quem lê entenda.
    Então quem estiver na judeia fuja p/ os montes....
    Porque haverá grande tribulação como nunca houve desde o princípio nem tampouco há de haver. (Mt 24:21) Portanto, o "quando pois virdes" foi dirigido àqueles discípulos. Literalmente falando, os discípulos que receberam este alerta entenderam que eles veriam isto acontecer. E assim foi no ano 70! E, dentro deste mesmo contexto, Jesus claramente afirmou que tamanha tribulação que culminaria com a destruição do templo se daria naquela geração e não em outra. “Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas essas coisas hão de vir sobre esta geração... Eis aí abandonada vos é a vossa casa... ” (Mateus 23:35-36). E, na seqüência, Jesus diz ainda a respeito do templo: "não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada" (Mt 24.2). Vemos, portanto, que Jesus está esclarecendo como se daria o cumprimento da profecia das 70 Semanas de Daniel. É neste contexto que ele afirma: "Quando, pois, viredes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel. Quem lê, entenda!" (Mt 24.15)

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  13. Caro Jefté,
    Quanto ao tema da reconstrução do templo. Sugiro a leitura do seguinte artigo que escrevi a respeito: O templo judaico deverá ser reconstruído de novo?
    Link: http://escatologiacrista.blogspot.com/2008/02/bblia-ensina-algo-sobre-reconstruo-de.html

    Os dispensacionalistas, ignorando a história, advogam que o templo judaico será reconstruído para ser profanado novamente pelo anticristo no período da Grande Tribulação e para que também possam ser celebrados sacrifícios no templo no período do milênio. Mas, nenhuma passagem do Antigo Testamento faz referência a uma reconstrução de um terceiro templo em Jerusalém. Todas as referências à reconstrução do templo registradas no Antigo Testamento referem-se ao templo reconstruído na época de Esdras.
    Não existe um único versículo no novo Testamento que prometa a reconstrução do templo judaico. Jesus falou da destruição do templo (Mt 24:2; Mc 13:2; Lc 19:44; 21:6). Jesus falou da destruição do templo como um juízo contra o povo de Israel, a semelhança do que foi a destruição do primeiro templo e da cidade de Jerusalém em 586 a.C., que se deu como conseqüência do pecado, idolatria e perseguição aos profetas de Deus. Jesus, dirigindo-se aos líderes religiosos dos judeus, diz que aquela geração era hipócrita por se julgar melhor do que seus antepassados que mataram os profetas. Afirmou que eles fariam o mesmo e até pior que os seus pais. Observe as palavras de Jesus a este respeito em Mateus 23.32-24.2, “Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor! Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.” Portanto, Jesus disse que aquela geração de judeus cometeria pecados ainda mais graves por não perseguir apenas os enviados de Deus, mas também o próprio Filho (Mt 21.37-44). Jesus deixa claro que a destruição do templo se daria naquela mesma geração (Mt 23.36). O que se cumpriu na íntegra no ano de 70 d.C. quando, o príncipe de um povo que havia de vir ou o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel (Mt 24.15), General Tito, profanou o templo e destruiu a cidade e o templo. O que concorda bastante com a profecia de Daniel que aponta para uma nova destruição do templo e da cidade de Jerusalém como resultado da rejeição e morte do Ungido: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas” (Daniel 9:26).
    Embora, Jesus tenha profetizado a destruição do templo como juízo sobre a geração de judeus que rejeitou o Cristo, ele nunca profetizou a reconstrução do templo, a não ser em termos da sua própria ressurreição, quando comparou o templo a si mesmo (Jo 2.19)... (Para ver o restante do texto, acesse o link: http://escatologiacrista.blogspot.com/2008/02/bblia-ensina-algo-sobre-reconstruo-de.html )

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  14. Olá Pastor

    Em primeiro lugar agradeço pela pronta argumentação e por permitir esse debate!

    Bom, sobre o fato de ser coerente, e considera q/ às palavras de Jesus foram dirigidas aos apóstolos, eu digo: O evangelho foi dirigido aos apóstolos, pois eram eles os que deveriam ouvir de Cristo e nos repassar.
    E em Mateus 24 Jesus tem bons exemplos disso, quando Jesus diz: "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor." (verso 42)
    Ou esse:
    "Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis." (verso 44)
    Ora, isso foi dito diretamente aos apóstolos - no entanto é referente à vinda do Senhor.

    E sobre a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. todo mundo se esquece que Deus determinou sobre Jerusalem (cidade santa) 70 semanas.
    E ela é santa somente nas 70 semanas.
    69 dessas semanas se cumpriram até a morte do Messias.
    O véu do templo se rasgou pela providência divina, dando a entender que ali findaram-se as 69 semanas iniciais (7 + 62) e a cidade não mais seria santa, pois seu Rei já havia sido rejeitado pelos judeus.
    E tanto o templo como a cidade não representavam mais nada p/ Deus.
    Justamente porque Deus determinou sobre Jerusalém e os judeus 70 semanas.
    Então, após a morte de Cristo, Jerusalém só passará a ser santa novamente por 7 anos (1 semana) e isso só ocorrerá, conforme diz Daniel 9:27 - "E ele fará um concerto c/ muitos por 1 semana, na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares".

    Ora, ele fará um concerto c/ muitos. Esse é o príncipe que há de vir, e que os judeus mundo afora ansiosos o esperam: o Messias dos judeus - um descendente de Davi, exímio conhecedor da Torá. (o que estou dizendo não é minha estória, mas a história dos judeus hoje.

    Então, se estudarmos o verso de Daniel 9:27 quando diz: e ele fará um concerto c/ muitos por 1 semana e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares...
    Eu pergunto: Aonde os judeus fazem seus sacrifícios e oferta de manjares?
    Acaso eles estão a fazer isso hoje?? Não!
    E por que?? Por causa de Cristo??
    Não! Porque não têm o seu Templo.

    Mas é a palavra de Deus que diz que será feito o concerto pelo príncipe que há de vir, e que ele fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares.

    Também diz Daniel 11:31 - "E sairão a ele uns braços, que profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o contínuo sacrifício, estabelecendo a abominação desoladora."
    Então, isso não aconteceu no ano 70, ou seja, a profanação do santuário, nem tampouco aconteceu o que o apóstolo Paulo diz em Tessalonissenses: "O qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora, de sorte que se assentará como Deus no Templo de Deus querendo parecer Deus."

    Então, pastor, essa é a palavra de Deus! E acontecerá, pois ninguém pode ir contra ela.
    Por isso Israel se tornou nação em 1948.
    Por esse mesmo motivo Jerusalém oriental (onde ficava o Templo) foi conquistada na guerra dos 6 dias em 1967.
    E por isso mesmo, o local do templo ainda não é dos judeus (e sim dos árabes), e só mediante o acordo que será feito por alguém muita "sabedoria e eficácia e astúcia" é que abrirá o caminho p/ essa proeza.
    Ao ser firmado esse acordo e liberado o caminho p/ os judeus voltarem aos seus sacrifícios, os judeus vão considerar esse príncipe como o seu Messias.
    E irão recebê-lo de coração aberto! (Jo. 5:43)
    Após 3 anos e meio vem a abominação da desolação - ou seja, o domínio total do príncipe deste mundo sobre tudo e todos.
    Vem a marca da besta, ou seja, a Grande Tribulação por quarenta e dois meses. (Apc. 13:5 - Apc. 11:2 - Apc. 13:7)

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  15. Olá, gostaria de complementar mais alguma coisa.
    Bom, em relação a Daniel, vejamos o que diz: "E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim." (Dan. 12:9)

    "Entende, filho do homem, porque esta visão acontecerá no fim do tempo." (Dan. 8:17b)

    "E disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira; pois isso pertence ao tempo determinado do fim." (Dan. 8:19)

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  16. Caro irmão Jefté,

    Segundo as Escrituras do Novo Testamento, o tempo do fim já chegou. A profecia de Joel, que diz que nos últimos dias Deus derramaria do seu Espírito sobre toda a carne, já se cumpriu no dia de Pentecostes. Lembra do que Pedro disse no começo de seu sermão naquele dia? E o Apóstolo João também ensinou as igrejas de seu tempo que eles já estavam vivendo os últimos dias, mais que isto, ele afirmou que eles já estavam vivendo a última hora (mas, por favor, não vá interpretar isto literalmente!). Veja o que João escreveu: “Filhinhos, esta é a última hora e, assim como vocês ouviram que o anticristo está vindo, já agora muitos anticristos têm surgido. Por isso sabemos que esta é a última hora” (1Jo 2:18, NVI). De acordo com João, o(s) anticristo(s) jâ tinha surgido naquele tempo, o que para ele era sinal de estarem vivendo a última hora!
    Meu caro irmão, saiba que a Igreja vive o tempo do fim. A Igreja possui uma missão escatológica capacitada pelo cumprimento da promessa escatológica que foi o derramar do Espírito Santo. Veja o artigo que escrevi sobre este tema: http://escatologiacrista.blogspot.com/2008/02/o-esprito-santo-o-reino-de-deus-e-misso_25.html

    Já ressaltei a existência de um relacionamento estreito entre Escatologia, Espírito Santo e a Missão da Igreja. Sabemos que a promessa do Espírito é dom escatológico por excelência (At 2.16-21; cf.. Jl 2.28-32), sendo também amostra do futuro de Deus (Rm 8.19-23), sendo, mais do que adiantamento, parte do cumprimento. Sabemos ainda que quando os discípulos fazem uma pergunta escatológica (At 1.6) a resposta de Cristo inclui o dom do Espírito Santo equipando para a obra de evangelização mundial (At 1.8). Pedro ensina que há um propósito para o que encaramos como “demora”, a longanimidade de Deus e seu desejo que nenhum pereça (2 Pe 3.9); Pedro ensina que podemos fazer algo para “apressar” a Segunda Vinda de Cristo (2 Pe 3.12), que depende, em algum sentido, das conversões (At 3.19-21). Jesus disse: “Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações” (Mc 13.10; cf. Mt 24.14). O livro do Apocalipse mostra que isto se dará ao descrever a multidão incontável de mártires cristãos procedentes de todas as tribos, povos, línguas e raças (Ap 7.9). O que concorda com a profecia de Jesus que fala que “muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (Mt 8.11, comparar com Ef 1.10). Conforme o ensino do apóstolo Pedro, a Segunda Vinda de Cristo depende da realização dos propósitos de Deus, que, por sua vez, estão vinculados à missão do Espírito e da Igreja. É desta forma que podemos entender o que o apóstolo quer dizer com esta incumbência dada aos cristãos de “apressar” a vinda do Senhor (2 Pe 3.12). De modo que o período antes do fim não é um tempo de espera infrutífera, mas é época da missão do Espírito e da Missão da Igreja.

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  17. Complementando mais uma vez:
    Na época da Grande Tribulação, tocar-se-ão 7 trombetas, com efeitos semelhantes às pragas no Egito; 1ª trombeta - a terra queimada em sua 3ª parte; 2ª trombeta - o mar em sangue em sua 3ª parte; 3ª Trombeta - rios e fontes d´água envenenados em sua 3ª parte; 4ª Trombeta - o sol, a lua e as estrelas escurecidos em sua 3ª parte; 5ª Trombeta - gafanhotos c/ poder de escorpiões atormentando p/ 5 meses todos os que não tem o sinal de Deus; 6ª Trombeta - a 3ª parte dos homens morta pelo fogo, fumo e enxofre.
    Essas coisas aconteceram simutaneamente ao domínio do anticristo em toda a terra - por isso mesmo o Senhor declarou: nunca houve tribulação como essa desde o princípio do mundo nem tampouco há de haver (Mat. 24:21).
    Veja, que em Mateus 24 verso 21 Jesus disse que nunca houve tribulação como a que há de vir.
    Isso jamais ocorreu em 70 d.C.
    O que houve lá foi uma guerra e a destruição da cidade.
    Mas quantas cidades e guerras já não houveram no mundo???
    Por exemplo, a 2ª guerra mundial - nunca houve no mundo tanta morte e assolação como ela, porém não chega aos pés da grande tribulação que está por vir.
    E voltando ao assunto, após a 6ª trombeta em que a 3ª parte dos homens será morta, toca-se a 7ª trombeta p/ a volta gloriosa de Cristo sobre as núvens do céu com poder e grande glória.

    E assim como a contagem da primeira semana iniciou-se c/ a ordem do rei da Pérsia e findou-se (as 7 + 62 semanas) exatamente na morte do Messias. Assim será também a última semana, que iniciará c/ o próprio anticristo ou seu predecessor firmando o pacto e há de terminar c/ o retorno glórioso de Cristo em glória sobre as nuvens do céus.
    E todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele, sim, amém! (Apc. 1:7)

    Por isso diz: "Guarda bem o que tens para que ninguém tome a sua coroa." (Apc. 3:11)

    Por isso diz: "Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." (Apc. 12:10)

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  18. Caro Jefté, respondendo o seu comentário do dia 23 de Setembro: Seu argumento inicial faz sentido, principalmente para alguém que começa a perceber que não dá para interpretar ao pé da letra tudo o que está escrito na Bíblia. No entanto, quanto ao que Jesus está ensinando no final do capítulo 23 e no capítulo 24 de Mateus sobre o juízo de Deus que recairia sobre Israel culminando com a destruição do templo, vemos que ele foi enfático ao afirmar que aquela geração sofreria este castigo. "Para que sobre vós caia todo o sangue justo... em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração" (Mt 24.35,36). Então, Jesus profetiza que o templo seria destruído (Mt 23.38 e Mt 24.2). Daí, surge a pergunta dos discípulos: "quando serão estas coisas?" e segue-se a resposta de Cristo que trata da grande tribulação e inclui a frase: "quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo, então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes..." (Mt 24.15 e 16). Note que tudo está no mesmo contexto, desde o capítulo 23. E tudo tem a ver com as 70 Semanas de Daniel. Jesus mesmo deixa isto bem claro, pois menciona Daniel 9. A profecia das 70 Semanas diz: "E depois das sessenta e duas semanas, sserá tirado o Messias, e não será mais: e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será como uma inundação, e até ao fim haverá guerra: estão determinadas assolações" (Dn 9.26). Daniel estabelece conexão entre a morte do Messias e a destruição do templo. E Jesus fáz o mesmo! O "quando virdes" pode, então, ser interpretado literalmente, pois Jesus já havia declarado literalmente que a destruição do templo se daria naquela geração. E a história confirma que foi exatamente assim que aconteceu. Quando os discípulos souberam que o General Tito se aproximava com seu exército de Jerusalém, muitos deles, advertidos por Jesus, conseguiram fugir da Judeia. E, assim, escaparam da tribulação horrível que se abateu sobre Jerusalém (63 a 70 AD). O historiador Josefo afirma que o cerco durou 7 anos e que aquele foi o maior e pior tempo de angústia jamais vistos em toda a história de Israel. No final dos 7 anos de Grande Tribulação, ano 70, o General Tito invadiu Jerusalém, profanou o templo e destruiu a cidade e o templo. Cumpriu-se a profecia de Jesus de modo bem literal! Tudo isto aconteceu naquela geração mesmo! Tanto é verdade, que os discípulos nada escreveram sobre a profecia da profanação e destruição do templo após o ano 70, pois, depois de então, isto já não era mais profecia, era história! Um exemplo disto é o Evangelho de João, que foi o único dos Evangelhos escrito depois do ano 70 e é também o único que não registra esta profecia! O Apocalipse também nada fala sobre isto. E tanto as epístolas como também o livro de Apocalipse passam a falar do anticristo ou dos anticristos que irão perseguir a igreja. O Apocalipse trata de uma grande tribulação mas que nada mais tem a ver com judeus e nem com Jerusalém e nem com o templo. Apocalipse fala de uma grande tribulação de caráter universal que afligiria a igreja: "E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram" (Ap 6.9). Notar que, enquanto, em Mt 23 e 24 Jesus trata de uma grande tribulação sobre Jerusalém como castigo por terem perseguido e matado a Jesus e seus enviados, já aqui, em Apocalipse, a Grande Tribulação é de natureza diferente, pois afeta aos cristãos que estão sendo mortos devido ao seu testemunho fiel de Cristo e de sua Palavra. No capítulo 7, temos mais detalhes sobre esta grande multidão de mártires: "Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram os seus vestidos e os branquearam no sangue do Cordeiro" (Ap 7.8). Não há como negar que a Igreja passa pela Grande Tribulação. Espero estar contribuindo para uma das Escrituras Sagradas.

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  19. Caro Jefté, respondendo ao seu último comentário. Observo que você falha em perceber que a Grande Tribulação mencionada por Jesus em Mateus 24 tem a ver com Jerusalém, tem a ver com aquela geração de judeus que seriam penalizados pela rejeição e morte do seu Messias. Jesus deixa claro que tal angústia se abateria sobre os judeus em Jerusalém. "Os que estiverem na Judeia, fujam para os montes... orai para que a vossa fuga não aconteça no sábado". Seria Jerusalém e não o mundo o alvo desta grande tribulação. As Setenta Semanas de Daniel dizem também respeito a Jerusalém: "Setenta semanas estão determinas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade...e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário" (Dn 9.24). Não esquecer o contexto em que a revelação das 70 semanas foi comunicada ao profeta: "No ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falou o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos." O assunto era claramente as assolações sobre Jerusalém. Jerusalém havia sido assolada e o templo havia sido destruído em decorrência de seu pecado. Isto no ano de 586 AC. Jeremias havia profetiza que as assolações durariam 70 anos. 70 anos haviam, então se passado, e Daniel busca ao Senhor em oração na esperança de que era chegado o tempo da restauração de Israel. Mas recebe a profecia de que haveria ainda mais assolações num prazo de 490 anos em decorrência da morte do Messias. 490 anos depois de Daniel, estamos nos dias de Cristo, que será morto. E aquela mesma geração sofreu duro castigo que durou 7 anos e terminou com a cidade e o templo de Jerusalém completamente destruídos. Quer algo mais claro que isto?

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  20. Caro Pastor:
    Você diz:
    "Observo que você falha em perceber que a Grande Tribulação mencionada por Jesus em Mateus 24 tem a ver com Jerusalém, tem a ver com aquela geração de judeus que seriam penalizados pela rejeição e morte do seu Messias. Jesus deixa claro que tal angústia se abateria sobre os judeus em Jerusalém."

    Pastor, há um equívoco na maneira de entender qual geração Cristo aponta, e que não haveria de passar sem que todas aqueles coisas se cumprissem.
    Por exemplo: aquela geração viu muitos falsos Cristos e falsos profetas vindo em nome de Cristo e enganando a muitos??? (Mat. 24:5)
    Resposta: Não pode ser, pois naquela época ( até 70 d.C.), Cristo ainda estava por ser anunciado no mundo; e como viriam falsos Cristos em Seu nome? Se Seu Nome nem houvera sido conhecido e anunciado? - pois ali estava começando a espalhar o evangelho.

    Outra coisa também é que vários apóstolos (inclusive Pedro e Paulo tenham sido martires sob Nero nos anos 64 a 68 d.C.

    Outos sinais que Jesus aponta no começo de Mateus 24 (e que "a geração" havia de ver, é: "Haverá fomes e pestes e terremotos em vários lugares (Mat. 24:7) e diz - "Mas isso é o princípio de dores. (Mat. 24:8)
    Ora, naquela época não estava havendo os marcantes sinais que o Senhor descreveu: fomes, pestes e terremotos em vários lugares - isso é um literal retrato de hoje.

    Não aconteceu no período de 33 d.C (quando Jesus foi crucificado) nem nos anos seguintes até a destruição de Jerusalém (ano 70 d.C.).
    Repito: isso não aconteceu jamais naquela época.
    Não houve princípio de dores.

    Podemos acompanhar pelo próprio livro de Atos: não se fala de pestes pelo mundo, nem de guerras, nem tampouco terremotos (houve apenas um período de fome nos dias do imperador Cláudio César (At. 11:28)

    Ora, após a ressurreição de Cristo houve apenas 37 anos até a destruição de Jerusalém; e todos aqueles sinais do início do capítulo de Mateus 24, como por exemplo:
    Viram muitos em meu nome dizendo: eu sou o Cristo. (isso nem poderia ocorrer na época, pois era principio do evangelho e nem a ordem de Cristo de pregar o evangelho por todo o mundo havia se cumprido - e como poderia vir falsos Cristos (em nome de Cristo?) se nem sequer Cristo tinha sido anunciado???

    E fomes e pestes e terremotos em vários lugares - (tampouco isso pôde haver, como na verdade não houve - e na história não há registros disso.

    E nação se levantando contra nação e reino contra reino - (tampouco houve chances ou espaço para isso, pois o império romano era império de ferro, e a qualquer inssurreição, o império sufocava pois mantinha total domínio através da famosa PAX ROMANA, ou seja, paz por imposição da espada.

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  21. Continuação....

    Bom, só pra complementar e esclarecer o assunto anterior:
    Quando Jesus diz: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam." (Mat. 24:34)

    Ele não disse que "não passaria a geração dos apóstos ou Seus contemporâneos (ou seja, contemporãneos de Cristo) sem que todas aquelas coisas se cumprissem!
    Mas o Senhor disse que não passaria a geração que presenciasse todos aqueles sinais preditos por Ele.
    Não seria presenciar apenas fome;
    não seria apenas pestes; não seria apenas terremotos em vários lugares; e não seria apenas guerras, e nações contra nações e reino contra reino; e não seria somentes falsos Cristos e falsos profetas vindo em Seu nome; mas seriam todos esses sinais abundantemente se cumprindo conjuntamente pelo mundo (como diz: e haverá fomes e pestes e terremotos em vários lugares - Mat. 24:7b).

    Então: é a geração que presenciasse esses sinais todos é justamente a que não passaria sem que tudo se cumprisse.

    É como por exemplo: Noé; creio que o sinal marcante de que o dilúvio estava prestes a vir e acontecer era justamente a construção da Arca.
    E podemos dizer, que a geração de Noé que viu e soube que Noé estava construindo um Arca p/ um "suposto" dilúvio é a que não passaria sem que o dilúvio viesse - assim também, a geração que estiver por passar e presenciar todos esses sinais ditos por Cristo em Mateus 24 - é a que enfrentará tudo o que o Senhor predisse - ou seja, a nossa geração.
    Pois tudo o que foi dito (inclusive a possibilidade da edificação do templo em Jerusalém pois hoje ela existe c/ os judeus de posse dela.
    Inclusive se eles quisessem construir o templo na base da força e da guerra, eles o fariam pois possuem até armas nucleares e tirariam os árabes não c/ muito esforço, pois possuem um dos exércitos mais bem treinados e equipados do mundo, com tecnologia de ponta. Porém não o fazem, porque a Escritura diz que será mediante o acordo.
    E hoje, fomes, e pestes e terremotos e guerras e falsos Cristos e falsos profetas:
    Eu pergunto, acaso falta algum dos fatores mencionados acima p/ se cumprir em nossa época????

    Pois se não falta - então, essa geração é que não passará sem que todas aquelas coisas se cumpram!!!
    É o que creio! É o que prego!
    É o que espero, pois foi isso que Cristo disse! Amém!

    Um abraço!

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  22. Caro Jefté,

    Quando Jesus diz, em Mt 23.36: "em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração", ele está se referindo específicamente às calamidades que se abateriam sobre Jerusalém e que culminariam com a destruição do templo. Veja que, na sequencia, logo no versículo 37, ele faz menção a Jerusalém, dizendo: "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!" E, então, arremata no verso seguinte, vaticinando: "Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta". No início do capítulo 24, Jesus claramente anuncia que o templo seria destruído (24.2), o que motiva a pergunta dos discípulos: "Quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?". A pergunta dos discípulos engloba tanto a questão da grande tribulação com a consequente destruição do templo como também desejam saber quais seriam os outros sinais do final dos tempos e da segunda vinda de Cristo. Sendo assim, Jesus passa a descrever uma série de sinais que deveriam acontecer necessariamente antes da sua Segunda Vinda. A Grande Tribulação e a destruição do templo de Jerusalém são apenas parte dos sinais, existindo ainda outros sinais como você bem mencionou e ainda o mais importante deles que é "e este Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim", sinais que realmente ainda não haviam se cumprido na época da Grande Tribulação que Jerusalém sofreu de 63 a 70 DC. Por falar em sinais, se eles existem, se foram mencionados por Jesus, então, significa que a vinda de Cristo não poderia de maneira alguma ser iminente, pelo menos não poderia acontecer sem que os tais sinais acontecessem. O que é mais uma evidência da incongruência do ponto de vista dispensacionalista e pré-tribuladionista.

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  23. Só para reforçar o bom argumento do Jefté:

    Temos dois versículos muito importantes em Mateus 24, que descontextualiza com os acontecimentos de 70 d/c

    Vamos lá:

    "14 E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim".

    Jesus já começa dizendo que o evangelho deveria ser pregado no mundo inteiro para que viesse o fim. Sabemos que em 70 dc isso estava apenas começando.

    14) E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.

    Temos aqui que estamos em breve chegando ao final.

    "29 Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados.
    30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
    31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus".

    Fica bem claro nesse fim que Yeshua está tratando sobre o tempo do fim, do dia do Senhor e não do ano 70 dc!

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  24. Caros Jefté e Daniel, penso que vocês estão um pouco equivocados na leitura de Mateus 24. Sugiro um exercício importante: Ler simultaneamente Marcos 13, Lucas 21 e Mateus 24.
    Os textos são análogos, perfeitamente sinóticos, eles estão falando das mesmas coisas. A narrativa de um ajuda a esclacerer a narrativa dos demais, pois pela palavra de duas testemunhas há confirmação. No texto de Lucas 21 no verso 12, fica muito claro que Jesus está anunciando fatos sem sequencia cronológica...
    Nos versos 8-11 Jesus profetiza sobre os falsos Cristos, Guerras, terremotos, sinais no céu, etc. Mas no início do 12 Jesus diz: mas isso não ocorrerá sem que primeiro... e então Ele descreve a perseguição até o 19 e depois o cerco de Jerusalém que em Mateus diz que é o abominável da desolação ao qual se referia Daniel.

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    Respostas
    1. Ola irmão e amigo Samuel! Permita-me uma humilde consideração?
      entendo o que voce diz, porém a profecia de Jesus em mateus 24 e Lucas 21, (sinóticas) são profecias de dupla refencia, pois ela diz respeito sim aos eventos históricos (v 4 ao 14), mas também o que acontecerá no periodo da tribulação (v. 15 ao 31)
      Lembra das 3 perguntas? Mt 24.3
      eles perguntam;
      Quando sucederão estas coias? Destruição do Templo v.2 (história)
      Que sinal haverá da tua vinda? final da grande tribulação v.29 a 31
      E da consumação dos séculos? Castigo esterno
      Tudo o que Jesus faz e fala nos evangelhos, diz respeito a sua manifestação como o messias prometido para a Casa de Israel. Porém nós sabemos que ele foi rejeitado pelos seus como a escritura diz:
      Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. (CASA DE ISRAEL)
      Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; (IGREJA) João 1:11-12.

      É um erro afirmar, que Jesus se dirige a igreja quando ele fala sobre os últimos acontecimentos, no qual a Terra sentirá o furor da ira do Senhor, pois está claro que até então a igreja não havia sido estabelecida. E quando ela é estabelecia? No mesmo dia em que começam os últimos dias. Atos 2
      Podemos então ver dois acontecimentos distintos em Atos 2. A inauguração da igreja Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18 e o começo da contagem regressiva dos últimos dias dela sobre a Terra. Joel 2:28
      Vejamos a promessa feita por Jesus para a igreja de Filadelfia:
      Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei (do grego “tereo” ou “fhulasso” que entre outros significados temos a palavra custodia) da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Apocalipse 3:10

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  25. “quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” (v.3).

    A pergunta “quando serão essas coisas?” foi motivada pela profecia de Jesus acerca da destruição do Templo e de Jerusalém, no ano 70 d.C., constante do versículo anterior: “Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada” (v.2). Mas, além de perguntarem acerca da destruição do Templo, os discípulos questionaram o Senhor acerca dos sinais de sua Segunda Vinda e do fim do mundo.

    Observar que o Senhor respondeu a uma pergunta tripartida, portanto, é a chave para a interpretação de Mateus 24 e Lucas 21. A partir daí, é preciso estar atento ao texto, a fim de saber a qual dos eventos Ele se refere. Mateus 24.14, por exemplo, diz respeito à terceira faceta da pergunta: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim”. Observe: “então virá o fim”. Muitos hermeneutas, por ignorarem o fato de os discípulos terem feito ao Mestre uma tríplice pergunta, dizem que a Segunda Vinda só ocorrerá depois da evangelização mundial. Ora, essa evangelização em massa só ocorrerá mesmo por ocasião do Milênio, que precederá o fim do mundo.

    Mateus 24.15-22 é de difícil interpretação, mas fica claro que o Senhor Jesus se refere à Grande Tribulação, posto que o contexto imediato da passagem alude à Vinda do Senhor em poder e grande glória: “Porque, assim como o relâmpago que sai do oriente e se mostra ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem” (v.27).

    Não há dúvidas de que, por ocasião da destruição de Jerusalém, no ano 70, houve também aflição. Mas a aflição mencionada no versículo 21 é descrita como a “grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais”. Essa descrição, atrelada à informação a respeito da Revelação do Senhor em poder e grande glória, deixa claro que a passagem em apreço refere-se mesmo à Grande Tribulação.

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  26. Prezados irmãos,

    A Escatologia Bíblica sempre será um tema controverso e certamente nunca haverá consenso nas interpretações. O que vejo é que o estudo sobre "A Grande Tribulação" tem sido uma verdadeira tribulação na cabeça de muitos que confundem alhos com bugalhos e por ai vai. Se a Bíblia em portugues foi bem traduzida, então tem muitos textos que necessitam esclarecimentos dentro dos sinais gráficos,da ortografia da lingua portuguesa. O que percebo é que muitos irmãos estudam teologia e esquecem de estudar portugues e as regras de gramática da lingua. Exemplo : confundem o uso de "essa" e "esta", que na norma culta da lingua têm diferenças brutais na aplicação e significação. No texto de Dan 9:26 e 27 que diz "Depois das sessenta e duas semanas será cortado o Ungido, e não será mais, e o povo do principe que há de vir,destruirá a cidade e o santuario. O seu fim será como uma inundação; até o fim estão determinadas desolações.
    Ele confimará uma aliança com muitos por uma semana, mas na metade fará cessar o sacrificio e a oferta de cereais. E sobre a asa das abominações virá o assolador, até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador" edição contemporanea de Almeida. Sou formando em Letras e suponho entender um pouco de gramática da lingua portuguesa e interpretação de texto. Pela leitura desses dois versiculos, quem fará um concerto com muitos por uma semana é o Ungido e não o principe que há de vir. Na lingua portuguesa a interpretação é essa, se querem da outra, então a Bíblia em Portugues está mal traduzida. Abraço !

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  27. Infelizmente as conclusões e interpretações do senhor Pastor estão em parte corretas. Entretanto, há muitas coisas, fatos e cronologia que não poderão ser tiradas ou sequenciadas adequadamente pela vossa análise! Caso queiram, posso passar informações precisas sobre a cronologia das 70 semanas, dos acontecimentos proféticos e dos "tempos, metade de um tempo" do qual citou Daniel em seu livro. Inclusive desmonta essa mirabolante ideia de uma "Grande Tribulação" como é montada pelas interpretações do senhor pastor! Em breve postarei as explicações! "Examinai as Escrituras, porque elas testificam de mim", Jesus Crito, o Filho de Deus.

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  28. As 70 semanas (490 anos) cobririam vários eventos históricos que confirmariam a precisão da profecia. O período é simbólico porque os eventos abrangidos são de ampla margem temporal, indo até o Messias, o que descarta a possibilidade de um período literal de 490 dias.



    “tempos de angústia” (v. 25)

    As nações vizinhas a Israel foram fortes inimigos para a reconstrução da nação, pois Israel estava enfraquecida psicológica e militarmente pelo exílio em Babilônia (cf. Esdras 4).



    “o ungido” (v. 25)

    O Messias vindouro – Jesus.



    “o messias será morto” (v. 26)

    Ele não viria para reinar, mas para morrer. Jesus cumpriu cabalmente a profecia.



    “o príncipe”, “o povo” (v. 26)

    O Príncipe é Jesus, e o povo é Israel.



    “o povo de um príncipe que há de vir”, “dilúvio” (v. 26)

    Jerusalém seria violentamente destruída, o que ocorreu no ano 70 d.C., quando os romanos invadiram a cidade de forma sangrenta e destrutiva.



    “fará firme aliança com muitos por uma semana” (v. 27)

    Na última das 70 semanas, o Messias firmaria Sua aliança com os judeus. Aceitando o Messias, eles se livrariam das terríveis conseqüências profetizadas.



    “santo dos santos” (v. 24)

    Esta expressão (QOD ES H QOD ES HIM) é usada 30 vezes no AT, sempre em relação com o santuário, e nunca é usada em relação a pessoas (exceto em 1Cr 23:13). Trata-se aqui de uma referência ao santuário celestial.























    Ano 457 a.C. : início da profecia

    Ano 27 d.C. : fim das 69 semanas iniciais. Data do batismo de Jesus, o Ungido (v. 25)

    Ano 34 d.C. : fim da última semana, completando as 70, e foi o ano do apedrejamento do 1º mártir cristão – Estêvão.

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  29. Pastor estou precisando de mais esclarecimento sobre sa 70 semanas de Daniel!!!me ajude a entender melhor.obrigada!

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  30. Pra que mais explicação...
    a de jefté está precisamente de acorda c/ a profecia,só não entende
    quem não estuda de acordo as epocas e acontecimentos...
    Continua assim Jefté...se tiveres mais estudos sobre escatologia passa pra nós...

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  31. Caros irmãos em Cristo, muito bom este estudo e esta polêmica estou crescendo muito no estudo das profecias de Dn. No entanto penso que o papel do estudioso da bíblia não é defender a doutrina de uma denominação. Mas sim ser coerente ao estudo da palavra. Penso que as 70 semanas de Daniel se cumpriram literalmente com a destruição do templo de Jerusalém no ano 70 d.c. No entanto a profecia vai alem de um tempo cronológico. Pensando assim Jesus foi Salvador não apenas para o povo daquela época mas Ele o é para nós e para os que hão de vir depois. Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. neste sentido vejo e interpreto que os acontecimentos se repetem e certamente esta ultima semana de Daniel esta por acontecer novamente. Sendo assim as interpretações Pre/ tribulacionista Meso/tribulacionista e Pós-tribulacionista todas nos apontam para estarmos firmes na fé e sermos prudentes e analisarmos os fatos que se nos apresentam como sinais dos ultimos dias. Como exemplo podemos ver os sinais acerca da nova ordem mundial. SEndo assim temos que estar preparados para qualquer um que nos perguntar a razão da nossa fé.

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  32. Prezados irmãos.

    A resposta de Jesus aos discípulos responde à pergunta tríplice efetuada por eles. Em 24 e 32 de Mateus Jesus chama atenção para a figueira. Ora sabemos que a figueira é símbolo de Israel e Israel foi disperso pelo mundo e que "seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão". Quando a figueira brotou? Em 1948.O verso 34do mesmo capítulo diz "não passará esta geração sem que todas essas coisas aconteçam". A que geração Jesus está se referindo? À geração da figueira que brotaria - Retorno de Israel à terra Santa em 1948 - e diz - sem que essas coisas aconteçam - esta é advérbio de algo que está próximo de alguém ou de algo - Israel completou 62 anos instalado na terra santa, uma geração gira em torno de 50, 60 ou 70 anos - principio das dores, essas é advérbio de algo que está distante de alguém ou de algo. Assim sendo, temos que observar que o alcance do escopo da profecia de Daniel é tríplice. Israel para os tempos de Jesus, Israel para o tempo da diáspora e retorno à terra santa e Israel para a grande tribulação. Temos que entender que a princípio, o Evangelho de Mateus foi escrito para os judeus, "pois lhes era chegado o reino de Deus" Mt 4-vr
    23.

    Um forte abraço na paz do Senhor.

    Ev.Samuel Renovato de Lima.
    Assembléia de Deus Potilandia
    Natal-RN.

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  33. A paz do senhor Jesus. Pastor eu respeito muito o ponto de vista do senhor, e longe de eu levantar polêmica. Mas eu compreendi o que o irmão Jefté esta defendendo. Em cima disso quero deixar algumas indagações. O propósito da profecia era extinguir a transgressão, dar fim aos pecados, expiar a iniqüidade, trazer justiça eterna, selar a visão e a profecia, e ungir o santo dos santos Dn 9 24. Ate creio que boa parte da profecia já tenha tido seu cumprimento. Mas quando o Sr diz que ela já se cumpriu, eu fico com duvidas, pois eu ainda não vi o fim dos pecados, o que eu vi foram os pecados serem expiados, mas exterminados não. Onde esta a justiça eterna? E se a visão e a profecia foram seladas nos tempos de Jesus, pra que o livro de apocalipse e as epístolas? Se a unção do santo dos santos foi a de João Batista em Jesus, eu estou com a sensação de que a profecia falhou, pois Ele foi ungindo e morto e não voltou para restaurar seu povo. Onde esta o arrebatamento da igreja (1Co 15;51-58 1Ts 4;13-18) nesse ponto de vista? Onde esta o milênio? A derrota da morte como ultimo adversário? Ou essas promessas não são literais? Ou a volta de Jesus para buscar sua igreja não passa de uma interpretação errônea? Desde já pastor eu agradeço pela sua compreensão com minhas duvidas, a final vocês foram ungidos pelo senhor para isso. Paz do senhor Jesus

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  34. Caro irmão,
    As Setenta Semanas de Daniel certamente apontam para o Ungido e, portanto, encontram seu cumprimento em Cristo. O Apóstolo João concorda dizendo: "Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8). Da cruz, Jesus bradou: "Está consumado".
    Jesus disse: "O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos. e apregoar o ano aceitável do Senhor. Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir" (Lucas 4.18-21) .
    Jesus estava saqueando os bens do “valente”, que simboliza ali a Satanás, pois o contexto mostra que Jesus estava expulsando demônios pelo Espírito de Deus, o que era em si um sinal de que o Reino de Deus já era chegado, pois já havia amarrado a Satanás (Mt 12.22 a 29). É o mesmo que vemos registrado em 2 Pedro 2.4 e Judas 6, que são textos que falam dos demônios que foram colocados presos no abismo. Portanto, Jesus, Pedro e Judas falam sobre este amarrar e prender dos demônios como eventos passados. Bem, sabemos que este aprisionamento não pode ser interpretado no sentido de que o diabo está completamente inoperante no mundo, pois é óbvio que não é assim. Mas, se Jesus sabia que o diabo continuava a operar no mundo, o que é que ele quis dizer então com já ter amarrado o valente? Eis aí a questão!
    Precisamos entender o sentido de amarrar e prender em correntes tanto de Mateus 12.29 como de Apocalipse 20. Precisamos entender a natureza do Reino de Deus. Há um paradoxo no fato de a Bíblia falar que Satanás está amarrado e nós ainda estarmos percebendo o seu agir no mundo, e isto com relativa e aparente liberdade. Há outro paradoxo também na afirmação cristã de que Jesus é o Senhor e nós não vermos ainda todas as coisas sujeitas ao seu senhorio (Hb 2.8). Neste mesmo sentido, temos o texto de Efésios 1:22 que diz: “E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à Igreja”, entrando em aparente contradição com o texto de 1 Coríntios 15.28, pois se, no primeiro, Paulo declara que todas as coisas estão debaixo dos pés de Cristo, no segundo, ele diz que todas as coisas lhe serão sujeitas um dia: “Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.”
    Estas contradições são aparentes e se devem a natureza do Reino terrestre de Jesus na era da Igreja. Em sua primeira vinda, em sua morte e ressurreição, Jesus venceu e triunfou sobre a morte e sobre o mal. A batalha decisiva já foi travada, como bem observou Oscar Cullmani, ao lembrar que, numa guerra, nem sempre a última batalha é a mais importante e a decisiva. Pode ser que uma batalha intermediária tenha sido tão avassaladora que não exista mais como reverter a situação; não restando mais nenhuma esperança de vitória para o exército inimigo, por suas forças terem sido profundamente minadas. A batalha decisiva já foi travada, na cruz, Jesus foi o vencedor, como afirmou o Apóstolo Paulo: “despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Cl 2.15). Mas a batalha final, a batalha do Armagedom, ainda está por vir, quando “então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda” (2 Ts 2:8). Jesus é o legítimo Rei, mas o usurpador, mesmo derrotado, ainda é visto insistindo em ocupar o lugar que não lhe pertence. É por isto que o autor de Hebreus escreve em 2:8: “Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas.”

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  35. Para Sydmonteiro,
    Vc que entrou no blog achando que tem que ser considerado porque tem formação acadêmica, querendo interpretar, definir...só deu mais uma opinião.
    A Escatologia é mais complexa do que vc imagina. Discuta este comentário jactancioso e vazio de coração com os hipócritas.
    Vc entende hebraico? É tradutor desta língua?
    Não critique os teólogos como se fossem analfabetos, porque, a discussão aqui em pauta, gera polêmica porque várias podem ser as traduções dos textos bíblicos para um outro idioma.
    Ninguém pode afirmar que João F. de Almeida, Rei Tiago, A Vulgata etc. possui a tradução fiel.
    Ninguém aqui está tentando interpretar o portugês do texto e nem precisa de comentário vaidoso e altivo.
    Os teólogos, área que não é de sua alçada, sabem que o que discutem vai muito além de uma interpretação idiomática.

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  36. Irmão gostaria que fizesse algum comentario sobre o trono de Davi, pois no antigo testamento existem algumas profecias que nos dá a entender que Jesus se assentará no trono de Davi, inclusive em Lucas 1:32 o anjo Gabriel faz menção disso a Maria,por favor comente.

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  37. Gilvan,

    Davi foi o grande monarca do povo hebreu. Em sua época, Israel alcançou o seu apogeu em termos de conquistas, glórias e hegemonia política, mas, como sabemos, esta glória não durou muito tempo, pois já nos dias de seu neto Roboão, o reino dividiu-se em dois inicia seu declínio até a queda do Reino do Norte em 722 a.C e do Reino do Sul em 586 a.C. O que deu origem a esperança da restauração do Reino de Israel em termos semelhantes ao período do Reinado de Davi. Profecias surgem apontando para o surgimento de um Messias (Rei ungido de Deus) descendente de Davi. As genealogias dos Evangelhos tem por objetivo mostrar que Jesus pertence a linhagem de Davi, além disto, muito cuidado é dado para demonstrar que Jesus cumpre todas profecias do Antigo Testamento relativas ao Messias. Jesus é o Cristo! Jesus é o Rei de Israel! Mais que isto, Jesus é o Rei dos Reis!

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  38. Olá irmãos

    Gostaria de fazer mais algumas colocaçoes:

    Sobre as 70 semanas
    Ora, quando Jerusalém foi assolada pela Babilônia e passaram-se 70 anos destruída e os judeus em exílio é que o por ordem de Deus, Ciro, rei persa, deu ordem através de pregão como também por escrito para que todos os judeus (que fossem movidos por Deus) voltassem a Jerusalém e reconstruíssem o Templo. (Esdras 1:1-3)
    Ou seja, a ordem primordial era a construção da Casa do Senhor (Templo) e consequentemente também a cidade.
    E isso aconteceu. (livro de Esdras e Neemias)
    E o temmplo acabou-se no sexto ano de Dario, rei dos medos. (Es. 6:15)

    Falo isso, para mostrar a permanente ligação sobre a profecia das 70 semanas com o templo; pois assim como a primeira das 70 semanas iniciou-se pela ordem de Ciro, rei da Pérsia - justamente p/ edificar o templo no seu devido lugar - iniciando-se a contagem das 70 semanas nesse edito - Dan. 9:25 - Esd. 1:2)

    Assim ocorrerá também c/ relação à 70ª semanas - quando é dito: "E ele firmará um concerto c/ muitos por uma semana...
    Ora, que concerto seria esse???
    Sabemos que a cidade foi destruida em 70 d.C.
    Sabemos que os judeus ficaram 1900 anos cumprindo uma diásporá (semelhante ao exílio babilônico.
    Mas sabemos também que esse exílio terminou-se em 1948 quando Israel tornou-se novamente um Estado dos judeus.
    Sabemos também que em 1967 na guerra dos seis dias os judeus conquistaram a Jerusalém oriental que é a parte da cidade que não tinha sido entregue aos judeus em 1948, pois pertencia aos árabes.
    Mas, em 1967 essa parte oriental de Jerusalém, onde outrora era edificado o Templo - foi tomada nessa guerra.

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  39. Olá irmãos

    Gostaria de fazer mais algumas colocaçoes:

    Sobre as 70 semanas
    Ora, quando Jerusalém foi assolada pela Babilônia e passaram-se 70 anos destruída e os judeus em exílio é que o por ordem de Deus, Ciro, rei persa, deu ordem através de pregão como também por escrito para que todos os judeus (que fossem movidos por Deus) voltassem a Jerusalém e reconstruíssem o Templo. (Esdras 1:1-3)
    Ou seja, a ordem primordial era a construção da Casa do Senhor (Templo) e consequentemente também a cidade.
    E isso aconteceu. (livro de Esdras e Neemias)
    E o temmplo acabou-se no sexto ano de Dario, rei dos medos. (Es. 6:15)

    Falo isso, para mostrar a permanente ligação sobre a profecia das 70 semanas com o templo; pois assim como a primeira das 70 semanas iniciou-se pela ordem de Ciro, rei da Pérsia - justamente p/ edificar o templo no seu devido lugar - iniciando-se a contagem das 70 semanas nesse edito - Dan. 9:25 - Esd. 1:2)

    Assim ocorrerá também c/ relação à 70ª semanas - quando é dito: "E ele firmará um concerto c/ muitos por uma semana...
    Ora, que concerto seria esse???
    Sabemos que a cidade foi destruida em 70 d.C.
    Sabemos que os judeus ficaram 1900 anos cumprindo uma diásporá (semelhante ao exílio babilônico.
    Mas sabemos também que esse exílio terminou-se em 1948 quando Israel tornou-se novamente um Estado dos judeus.
    Sabemos também que em 1967 na guerra dos seis dias os judeus conquistaram a Jerusalém oriental que é a parte da cidade que não tinha sido entregue aos judeus em 1948, pois pertencia aos árabes.
    Mas, em 1967 essa parte oriental de Jerusalém, onde outrora era edificado o Templo - foi tomada nessa guerra.

    Então, só concluindo: hoje, o Estado de Israel é dos judeus.
    Hoje, Jerusalém pertence aos judeus.
    E somente uma minúscula parte da cidade não pertence a eles: o local do Monte do Templo.

    Aí é que entra o entendimento da profecia.
    Qual fora a ordem p/ que se iniciasse a contagem da primeira semana da profecia???
    Foi a edificação do templo. (Esd. 1:2)
    E vejam que é exatamente a mesma ordem, ou seja, para a edificação do templo, é a que iniciará a contagem da 70ª semana.

    Por isso diz: "E ele firmará um concerto c/ muitos por uma semana (7 anos) e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares... (Dan. 9:27)

    Ora, a profecia diz que após o pacto por uma semana, na metade da mesma, ele fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares.
    O que vem a ser o "sacrifício e a oferta de manjares" (os quais serão tirados na metade da semana) senão o sacrifício contínuo dos judeus no templo estabelecido no monte Sinai??? (Num. 28:2-5 e Num. 28:6)

    Por isso diz também a profecia:
    "E tirarão o contínuo sacrifício estabelecendo a abominação desoladora." (Dan. 11:31)

    Ora, está dito: Tirarão o contínuo sacrifício - estabelecendo a abominação desoladora...

    Vejamos como são encaixados os acontecimentos:
    Vem o anticristo (príncipe que há de vir)
    Vem o pacto. (por ele firmado)
    Vem o Templo (o qual será edificado e depois profanado)
    Vem o sacrifício contínuo. (que será estabelecido e depois cessado)
    E vem a abominação da desolação (que será estabelecida imediatamente após o cessar do sacrifício e da oferta de manjares).
    E tudo isso hoje pronto a acontecer com todos os fatores e sinais preditos pelo Senhor em Mateus 24.
    Toda a relação do período de dores citados pelo Senhor estão hoje se cumprindo.
    Só resta mesmo a edificação do templo para que tudo o que o Senhor disse se cumpra ao pé-da-letra.
    Só que o templo só será edificado mediante o pacto.
    E existem site dos judeus que eles afirmam ter todas as condições e tecnologia de edificar o templo em 6 meses.
    E eles já tem todos os 112 utensílios utilizados no templo.

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  40. Continuação do post anterior:

    Ora, vemos a profecia e vemos os fatos conjuntamente favoráveis ao cumprimento da mesma...
    E vemos o desejo dos judeus da manifestação do "seu messias", o anticristo e do desejo dos judeus em que o templo seja edificado c/ a retirada das mesquitas...

    E tudo isso está ligado a palavra de Cristo que diz:
    Quando pois virdes a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel no lugar santo, quem lê entenda. (Mat. 24:15)

    e o Senhor completa dizendo:
    "Porque haverá grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá." (Mat. 24:210

    E depois completa outra vez:
    "E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas." (Mat. 24:29)

    E na sequência Ele vem:
    "Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." (Mat. 24:30)

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  41. Jefté,

    Você está certo em afirmar que as Setentas Semanas tem a ver com o templo e com a cidade de Jerusalém, mas comete o equívoco de não reconhecer que tal profecia se cumpriu por ocasião da primeira vinda de Cristo, quando o Ungido é morto, trazendo juízo sobre aquela geração, em termos do sítio da cidade de Jerusalém pelo exército romano que durou exatamente 7 anos e que culminou com a profanação e destruição do templo o que fez cessar os sacrifícios, etc, tudo conforme fora profetizado por Daniel. Por que fazer vistas grossas a um cumprimento profético tão exato como este?
    Em Mateus 24, Mc 13 e Lc 21, Jesus está descrevendo eventos que dizem respeito a Grande Tribulação que se abateria sobre a cidade de Jerusalém naquela mesma geração e também aproveita para responder a outra questão dos discípulos que tinha a ver com os sinais da sua Segunda Vinda. Portanto, Jesus está respondendo a duas questões: 1) Quando sucederão estas coisas (queda do templo) e 2) Que sinal haverá da tua vinda. Alguns aspectos da resposta dizem respeito a primeira questão, enquanto outros dizem respeito a segunda. Certamente a queda de Jerusalém também serve como sinal profético da Segunda Vinda. O mesmo Senhor que anunciou que Jerusalém seria punida e que do templo não restaria pedra sobre pedra também anunciou que regressaria Segunda vez para julgar os vivos e os mortos.
    Após o ano 70, ocasião em que se deu a destruição do templo, não temos textos bíblicos profetizando uma reconstrução e nova profanação e destruição do templo, pois a profecia já se cumpriu cabalmente. A Grande Tribulação mencionada no Apocalipse não diz mais respeito a Jerusalém, templo e judeus, mas encontra agora novos contornos, bem universais que inclui mártires cristãos de todas as tribos, povos e nações. Não se menciona mais o Abominável da Desolação, mas, sim, o Anticristo, que é aquele que se opões a Cristo e a sua Igreja.

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  42. Jefté,

    Você está certo em afirmar que as Setentas Semanas tem a ver com o templo e com a cidade de Jerusalém, mas comete o equívoco de não reconhecer que tal profecia se cumpriu por ocasião da primeira vinda de Cristo, quando o Ungido é morto, trazendo juízo sobre aquela geração, em termos do sítio da cidade de Jerusalém pelo exército romano que durou exatamente 7 anos e que culminou com a profanação e destruição do templo o que fez cessar os sacrifícios, etc, tudo conforme fora profetizado por Daniel. Por que fazer vistas grossas a um cumprimento profético tão exato como este?
    Em Mateus 24, Mc 13 e Lc 21, Jesus está descrevendo eventos que dizem respeito a Grande Tribulação que se abateria sobre a cidade de Jerusalém naquela mesma geração e também aproveita para responder a outra questão dos discípulos que tinha a ver com os sinais da sua Segunda Vinda. Portanto, Jesus está respondendo a duas questões: 1) Quando sucederão estas coisas (queda do templo) e 2) Que sinal haverá da tua vinda. Alguns aspectos da resposta dizem respeito a primeira questão, enquanto outros dizem respeito a segunda. Certamente a queda de Jerusalém também serve como sinal profético da Segunda Vinda. O mesmo Senhor que anunciou que Jerusalém seria punida e que do templo não restaria pedra sobre pedra também anunciou que regressaria Segunda vez para julgar os vivos e os mortos.
    Após o ano 70, ocasião em que se deu a destruição do templo, não temos textos bíblicos profetizando uma reconstrução e nova profanação e destruição do templo, pois a profecia já se cumpriu cabalmente. A Grande Tribulação mencionada no Apocalipse não diz mais respeito a Jerusalém, templo e judeus, mas encontra agora novos contornos, bem universais que inclui mártires cristãos de todas as tribos, povos e nações. Não se menciona mais o Abominável da Desolação, mas, sim, o Anticristo, que é aquele que se opões a Cristo e a sua Igreja.

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  43. Jefté,

    Você está certo em afirmar que as Setentas Semanas tem a ver com o templo e com a cidade de Jerusalém, mas comete o equívoco de não reconhecer que tal profecia se cumpriu por ocasião da primeira vinda de Cristo, quando o Ungido é morto, trazendo juízo sobre aquela geração, em termos do sítio da cidade de Jerusalém pelo exército romano que durou exatamente 7 anos e que culminou com a profanação e destruição do templo o que fez cessar os sacrifícios, etc, tudo conforme fora profetizado por Daniel. Por que fazer vistas grossas a um cumprimento profético tão exato como este?

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  44. continuando...
    Em Mateus 24, Mc 13 e Lc 21, Jesus está descrevendo eventos que dizem respeito a Grande Tribulação que se abateria sobre a cidade de Jerusalém naquela mesma geração e também aproveita para responder a outra questão dos discípulos que tinha a ver com os sinais da sua Segunda Vinda. Portanto, Jesus está respondendo a duas questões: 1) Quando sucederão estas coisas (queda do templo) e 2) Que sinal haverá da tua vinda. Alguns aspectos da resposta dizem respeito a primeira questão, enquanto outros dizem respeito a segunda. Certamente a queda de Jerusalém também serve como sinal profético da Segunda Vinda. O mesmo Senhor que anunciou que Jerusalém seria punida e que do templo não restaria pedra sobre pedra também anunciou que regressaria Segunda vez para julgar os vivos e os mortos.
    Após o ano 70, ocasião em que se deu a destruição do templo, não temos textos bíblicos profetizando uma reconstrução e nova profanação e destruição do templo, pois a profecia já se cumpriu cabalmente. A Grande Tribulação mencionada no Apocalipse não diz mais respeito a Jerusalém, templo e judeus, mas encontra agora novos contornos, bem universais que inclui mártires cristãos de todas as tribos, povos e nações. Não se menciona mais o Abominável da Desolação, mas, sim, o Anticristo, que é aquele que se opões a Cristo e a sua Igreja.

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  45. Olá Pastor!

    Se me permite, gostaria de fazer uma observação, desde já, agradeço!

    Bom, o Senhor diz:

    "Qual o significado das “70 Semanas de Daniel (Dn 9.24-27)? Primeiramente gostaria de ressaltar que em nenhum lugar no livro de Daniel ou em qualquer outra passagem da Bíblia encontramos qualquer menção de que exista um lapso, um intervalo ou um parêntesis entre a sexagésima-nona e septuagésima semanas da profecia de Daniel."
    -----------------

    Sobre as 70 semanas, gostaria de ressaltar o seguinte:
    Quando o anjo deu a profecia, determinando as 70 semanas, ele mesmo é que já faz sua divisão, da seguinte maneira, no verso 25, quando diz:
    "Sabe e entende, desde a saída p/ edificar Jerusalém até o Messias, 7 semanas + 62 semanas..." (Dan. 9:25)

    Ou seja, o próprio anjo é quem as dividiu, dizendo: 7 + 62 semanas.
    Quanto são 7 + 62 (semanas)???
    Não são 69 ???

    E após (ele mesmo) dividí-las, diz os acontecimentos concernentes à sua divisão:
    7 (semanas) + 62 (semanas) - as ruas e as tranqueiras se redificarão, mas em tempos angutiosos... (Dan. 9:25)

    e continua...
    E depois das 62 (semanas) será tirado o Messias e não será mais...
    (Ora, a divisão prossegue...)
    O anjo diz que após as 62 (semanas) o Messias seria tirado...
    (e a divisão prossegue... - Dan. 9:26a)

    e continua...
    E após as mesmas 62 (semanas) a cidade e o santuário seriam destruídos (Dan. 9:26b) isso, pelo povo do príncipe que há de vir, e o seu fim (fim da cidade) seria como uma inundação... (Dan. 9:26b)
    (Ora, tudo isso dito pelo anjo no verso 25 e 26 de Daniel 9, ocorrem sob a DIVISÃO (proposta pelo anjo) quando diz: "7 semanas + 62 semanas" (Dan. 9:25)

    Então, desde a saída da ordem p/ reconstruir Jerusalém até o Messias passaram 7 + 62 semanas.
    E após essas mesmas 62 (semanas) o Messias seria tirado, e a cidade e o santuário destruídos (após as mesmas 62 semanas).
    Isso deixa claro que a divisão foi feita pelo anjo: Ele quem dividiu e ele quem definiu os acontecimentos previstos ao seu cumprimento.

    Sendo assim, o Messias tirado após as (7 + 62) semanas (posto que ocorreu nos anos 33 d.C.) e a cidade e o santuário destruídos após as mesmas 62 semanas (e isso ocorreu no ano 70 d.C.), portanto 37 anos após a crucificação), mostra claramente que a septuagésima semana não cumpriu-se antes da destruição da cidade.

    Porquanto ela e o santuário foram destruídos tendo fim como assolação (ocorridos também após as mesmas 62 semanas) faltando portanto 1 semana a se cumprir.
    E a cidade foi destruída, e a 70ª semana não foi contabilizada.
    Ora, se a destruição da cidade e do santuário em 70 d.C. foi após as 62 semanas, tudo na história até hoje também ocorreu após o mesmo marco definido pelo anjo.
    Assim sendo, até a II Guerra Mundial e a derrubada das torres gêmeas nos EUA ocorreram após as 62 semanas, e antes da 70ª SEMANA.

    E por isso mesmo, é que hoje após 1900 anos os judeus novamente possuem o Estado de Israel, cedido pela ONU, e também sua capital, Jerusalém, restando unicamente o Templo - que só pode ser erguido mediante o próprio acordo de Daniel 9:27.

    Também o Estado de Israel, hoje pertence a eles e não envolveu batalha, tudo isso p/ cumprimento da profecia, pois repito, falta a última semana a se cumprir.

    Vemos nisso, que a divisão das 70 Semanas está feita já pelo próprio anjo que trouxe a profecia.
    Pois após citar a destruição da cidade e do santuário no verso 26, (e citar o príncipe que há de vir), ele vem dizendo sobre a última semana que faltava (pois não havia sido relatada nos versos 25 e 26), dizendo:

    "E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador." (Dan. 9:27)

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  46. Caro Jefté,

    Você faz bem em reconhecer que o anjo divide as Setenta Semanas em 3 períodos: 1) 7 semanas, 2) 62 Semanas e 2) 1 Semana. Faz bem também em reconhecer que é somente após o segundo período de 62 (semanas) que se daria a destruição do templo e da cidade (Dan. 9:26b) isso, pelo povo do príncipe que haveria de vir, e o seu fim (fim da cidade) seria como uma inundação... (Dan. 9:26b), mas conclui errado quando afirma "(Ora, tudo isso dito pelo anjo no verso 25 e 26 de Daniel 9, ocorrem sob a DIVISÃO (proposta pelo anjo) quando diz: "7 semanas + 62 semanas" (Dan. 9:25)". Onde é que se diz que estas coisas acontecem sob a divisão de uma etapa para outra? Pelo contrário, o texto claramente ensina que tais eventos se dariam após a segunda etapa de 62 anos, ou seja, que aconteceriam na septuagésima e última semana.
    Em Mateus 23.33-36, Jesus diz que aquela geração de escribas e fariseus hipócritas sofreria horrendo juízo em decorrência da morte do Ungido e a seguir profetiza que o templo seria destruído (Mt 24.1-2). E tudo isto aconteceu naquela mesma geração conforme as santas palavras de Jesus. Quando de sua entrada triunfal, Jesus chora sobre Jerusalém por saber que a cidade o rejeitaria e profetiza novamente que os inimigos a cercariam de trincheiras, linguagem semelhante a da Profecia das Setenta Semanas (Dn 9.26). Profecia cumprida literalmente, pois aquela mesma geração de judeus sofreu o horror do sítio do exército romano que durou 7 anos e que culminou com a invasão e destruição da cidade, profanação e destruição do templo pelo General Tito, Principe, filho do Imperador Romano.
    Portanto, não existe mesmo nenhum intervalo ou lapso de tempo.

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  47. ola a todos!!!bispo, pode me disser :
    >A que rei pode se aplicar o cumprimento desta profecia?
    >a profecia fala de um decreto porque? e a quem foi dado esse decreto?
    obrigada até mais...

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  48. Guerrady,
    Temos duas opções com vantagem para a segunda: 1) O que diz em Daniel 9.25: "...desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém..." parece tratar-se de uma referência ao decreto de Ciro em 538 a.C. conforme 2 Cr 36.22-23 e Esdras 1.1-4; 5.13, 17 e 6.3; e Is 44.28). 2) Mas, como Daniel menciona a ordem para "restaurar" (shuwb que significa também retornar) a cidade como era no princípio, com ruas e muros (Jr 33.7 e Dn 9.25), e visto que sabemos que isto somente passa a acontecer realmente a partir do decreto de Artaxerxes I, conforme registrado em Neemias 2.1, teríamos, então, uma data em torno de 455 a.C.
    Bem, de um modo ou de outro, profeticamente falando, as Setenta Semanas nos levariam para o período do ministério de Cristo!

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  49. Pastor Ildo, que Deus continue iluminando a sua mente para nos transmitir as verdades das profecias, principalmente, por já ter-se cumpridas, cujo ensino, só "os sábios entenderão"(Dn.12:10). Quanto ao evangelho ser pregado a todo mundo, conforme Jesus disse, antes dos acontecimentos preditos ao seu povo, o apóstolo Paulo, na sua carta aos colossenses, ele disse que o evangelho "foi pregado a toda criatura debaixo do céu"(Cl.1: 23). Portanto, concordamos que quase todas as profecias já foram cumpridas e direcionadas aos judeus daquela época. O anticristo já estava agindo desde o tempo dos apóstolos(1ºJo.2:18; 4:3). Acredito que até o sinal da besta já aconteceu, embora, a profecia dá a entender que virá.
    Gostaria de saber sobre os tempos dos gentios, quando começou e quando terminou, pois Jesus fez referência a esse tempo (Lc.21:24; Paulo também (Rm.11:25) e Ap.11:2,3 E as datas ou melhor, os tempos são repetidos em várias circunstâncias, como: Ap.12:6,14; 13:5,como também em Dn.7:25 aparece um período de tempo que quer dizer a mesma ocasião. Talvez o pastor já escreveu sobre assunto. Vou pesquisar mais. Que Deus continue o abençoando muito o irmão dando o Seu Espírito Santo para guiá-lo em toda verdade.

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  50. Pastor Ildo de Melo
    Amei encontrar a mensagem sobre As 70 semanas de Daniel. Sou uma humilde serva de Deus, mas gosto muito de estudar as profecias. Acredito que a maioria delas já foram cumpridas. E o apóstolo Paulo disse que o evangelho já foi pregado a toda criatura debaixo do céu (Cl.1:23); o antcristo já estava presente no tempo apostólico, (1ºJo.4:3). João estava afirmando com razão que já era a última hora, pois muitos anticristos estavam surgindo,(1ºJo:2:18.
    Gostaria de saber os "tempos dos gentios" referidos por Jesusem Lc.21:24; por Paulo em Rm. 11:25 e em Ap.11:2,3; cujo tempo se repete em várias circunstâncias, como em Ap. 12:6,14; 13:5, e também em Daniel 7:25. Todos esses tempos se tratam de um período só? É um só acontecimento profetizado de diversas maneiras? Que Deus lhe dê todo entendimento para discernir todas as profecias, segundo a vontade de Deus.

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  51. paz a todos, e uma tremenda satisfação ver que existem pessoas qualificadas e inteiramente dedicadas ao profundo conhecimento da palavra do nosso senhor Jesus, agradeço aos pastores que postaram esse assunto sobre as 70 semanas de Daniel deus vos abençoe sempre, que a paz de Deus possa iluminar as vossas mentes, e que a palavra de Deus não possa apenas ser lida + sim revelada profundamente amem.

    Caro irmão Jefté que Deus possa te abeçoar e te revelar mais e mais como tem feito sobre o mesmo argumentado, só gostaria de entender um assunto que ficou distante do assunto sobre a vinda do senhor Jesus será Depois ou antes da grande tribulação ??

    desde jaa agradeço que paz de Deus esteja com todos, amém

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  52. A Igreja em todos os tempos sofreu perseguições fortíssimas. Como é que os cristãos primitivos poderiam entender que Deus não permitiria que a Igreja passasse pela Grande Tribulação sendo eles próprios vítimas de toda sorte de crueldades e sofrimentos, quando cristãos eram mortos por amor a Cristo aos milhares? Os primeiros séculos da era cristã são conhecidos como a Era dos Mártires. O Apóstolo Paulo não nos dá esperança de escape ao sofrimento, pelo contrário, ele diz aos cristãos de Roma: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.” (Rm 8.35-37). Paulo ainda diz: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 2.12). O livro de Apocalipse tem como propósito confortar e animar cristãos que estão em grande tribulação (Ap 1.9; 2.3,9,10,13; 6.9s; 7.9-17; 11.1-10; 12.11, 17; 13.7,8; 14.1-5,13).
    O apóstolo Paulo ensina que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa reunião com ele, reunião esta que se dá através do arrebatamento, conforme 1 Tessalonicense 4.16,17,ii “não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.” (2 Ts 2.3b,4). Os próprios dispensacionalistas concordam que o Anticristo se revela dando início ao período da Grande Tribulação. Portanto, o apóstolo nos garante que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa reunião com ele (o arrebatamento) só se dará após a revelação do “homem da iniqüidade”. O contexto é claro: os cristãos tessalonicenses estavam sendo perturbados por aqueles que ensinavam que Cristo poderia vir a qualquer instante e que até já havia se dado a vinda de Cristo (2 Ts 2.2). Sabemos que o que os tessalonicenses esperavam era a Segunda Vinda de Cristo que desencadearia o arrebatamento da Igreja (2Ts 1.10). Em outras palavras, aqueles cristãos tinham a expectativa do arrebatamento conforme foram instruídos pelo apóstolo (1 Ts 4.13-18). Paulo, então, procura acalmá-los dizendo que são falsos os ensinos que dizem que o arrebatamento chegou (v.2), pois isto não acontecerá sem que primeiro ocorram a apostasia e a revelação do iníquo, o que é o mesmo que dizer que o arrebatamento da Igreja não se dará antes do período da Grande Tribulação. Ao contrário, Paulo lembra que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa reunião com ele (v.1) se dará posteriormente a manifestação do Anticristo: “então de fato será revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca, e o destruirá, pela manifestação de sua vinda” (v.8). Paulo não nos informa o que ou quem é que está detendo a manifestação do iníquo (v.6,7) mas, certamente, como vimos não se trata do arrebatamento da Igreja, pois Paulo deixa claro que o arrebatamento só se dará após a revelação do Anticristo.

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  53. Li teu estudo, tua interpretação sobre a semana final, ou seja, os 7 anos proféticos ainda não se cumpriram é o período em que o anticristo dominará como o governo mundial você esqueceu de comentar, em teu comentário é de um pós-milenista. 20/09/2011

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  54. Pr. Marques
    Não concordo com tua interpretação, principalmente sobre a última semana de anos, ou seja os sete anos.

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  55. Caro Pr. Marques,

    Dizer que meu comentário é o de um pós-milenista, acho que você quis dizer, pós-tribulacionista, não é nem um pouco depreciativo. Obrigado pelo elogio!

    Dn 9.26 diz que o primeiro evento da última semana é a morte do Ungido, que traz consigo um novo juízo de Deus sobre Jerusalém, que é descrito em termos do "povo de um príncipe que há de vir"que destruirá a cidade e o santuário. Jesus também relacionou a morte do ungido com a destruição do templo e da cidade (Mt 23.35-24.2). Jesus disse aos fariseus que tais juízos se abateriam sobre eles naquela mesma geração (Mt 23.36). Foi exatamente isto o que aconteceu com o cerco de 7 anos que o Exército Romano exerceu sobre Jerusalem, culminando com a profanação do templo por parte do General Tito e a destruição completa do templo e da cidade. O império Romano possuía um domínio que é reconhecido como mundial. Portanto, os eventos da última semana, tais como, a morte do ungido e a destruição da cidade e do templo já tiveram cumprimento histórico.

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  56. Olá irmãos

    Querido irmão Lima

    Sobre a vinda do Senhor:
    Ela se dará ao término da Grande Tribulação.
    Exatamente ao ressoar da última trombeta Apocalipse 11:15-19)
    Nesse momento, num abrir e fechar de olhos os santos que estiverem vivos serão arrebatados ao encontro do Senhor nos ares.
    Enquanto isso os mortos em Cristo ressuscitam primeiro.
    Tudo isso se dará precisamente na última semana da profecia de Daniel 9, a septuagésima semana.
    Na qual semana, o anticristo fará um Concerto c/ muitos; um Santo Concerto ou Santa Aliança; (Dan. 11:28,30 ) no qual Concerto será aberto o caminho p/ a Edificação do Templo dos judeus em Jerusalém.
    E os judeus iniciarão os seus sacrifícios do Antigo Testamento o chamado Sacrifício Contínuo todas as tardes e manhãs.
    Porém essa prática só perdurará até a metade da semana - 3 anos e meio.
    Pois em chegando na metade dos 7 anos ele fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares e estabecerá a abominação da desolação no lugar santo.
    Então estoura a Grande Tribulação por 42 meses.
    E vem a marca da besta. e o anticristo lançará por terra a verdade, fará isso e prosperará. (Dan. 8:12)

    Por essa razão diz o Senhor em Mateus 24:15;
    Quando pois virdes que a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel no lugar santo quem lê entenda, então os que estiverem na Judéia fujam p/ os montes porque haverá grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora nem tampouco há de haver.
    E a igreja haverá que fugir p/o deserto onde será sustentada por Deus por 1260 dias.
    Jesus volta ao término de 1290 dias após a abominação da desolação. (Dan. 12:11)

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  57. Concordo com o Jefté em que a Igreja passará pela Grande Tribulação e que, portanto, a Segunda Vinda de Cristo acontecerá após este período de intensa perseguição impetrada pelo derradeiro anti-cristo.
    Minha discordância seria apenas em relação aos aspectos que dizem respeito a Jerusalém e ao templo, pois entendo que esta parte da profecia já teve seu cumprimento no ano 70 AD, quando o General Tito profanou o templo e o destruiu juntamente com toda a cidade, após um cerco que durou exatos 7 anos. A partir daí, a Bíblia não fala mais da Grande Tribulação em termos judaicos, mas da Igreja ao redor do Mundo. É só observar o que diz o Apocalipse. Um grande abraço a todos!

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  58. O que a Bíblia quer dizer é que será destruída as 2 Potências mundiais (Estados Unidos e Reino Unido), O Egito foi destruído, Medo Persa, Roma Antiga ... e agora as duas potências, se você já recebeu uma cartinha na sua casa com uma estatua aquelas que as testemunhas de jeová jogam falam sobre esse acontecimento. Uma estatua será construída e quando terminarem uma pedra vai vir e vai destruí-la, assim o reino de deus vai governar a terra. ;)

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    1. Não entendi onde está a base para tal conclusão.

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  59. Pastor,

    O anjo Gabriel dividiu o período de 70 semanas em três partes:

    7 semanas (49 anos); 62 semanas (434 anos); 1 semana (7 anos).

    O ponto de partida é identificado como “a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. Daniel estava prisioneiro em Babilônia há 70 anos e estava preocupado em saber quando o povo seria libertado para voltar a Jerusalém e reconstruir a cidade, os muros, o templo e adorar a Deus em paz.

    Então Gabriel começou com um evento que era muito importante para Daniel. O tempo deveria ser contado a partir da ordem para restaurar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe. Quem é o Ungido? Jesus, sem sombra de dúvida.

    A partir do decreto para reedificar Jerusalém transcorreriam 7 e mais 62 semanas (de anos) até o Cristo, o Messias. Ainda restaria mais 1 semana profética para completar as 70 semanas anunciadas. Assim, desde o decreto para restaurar Jerusalém até o Messias, Jesus, transcorreriam 483 anos (7 + 62 semanas).

    Na realidade, foram baixados três decretos; o terceiro deles foi expedido por Artaxerxes e era muito importante porque permitia aos judeus não só partir, como também restabelecer a adoração a Deus. Isso ocorreu em 457 a.C.

    A partir daí, deveriam ser contadas as 69 semanas até o Messias e mais uma, para completar os 490 anos. Assim, partindo de 457 a.C., se somarmos mais 483 anos chegaremos ao ano 27 d.C., porque não existe o ano zero. Precisamente nesse ano Jesus Cristo, o Messias, foi batizado, ou ungido pelo Espírito Santo (Luc.3:1 e 21).

    Daniel 9:26 – “Depois das sessenta e duas semanas será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas”.

    No ano 70 d.C. a cidade de Jerusalém foi destruída por Tito Vespasiano. A Bíblia previra de forma milimétrica que o santuário terrestre seria destruído.

    Daniel 9:27 – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.

    Sessenta e nove das setenta semanas determinadas para o povo judeu haviam passado. Faltava a última semana. Uma semana profética, ou sete anos, que teriam início em 27 d.C. Se somarmos 27 com 7 chegaremos ao ano 34 d.C.

    No meio desse período, a Bíblia diz: “e na metade da semana”, o Messias seria crucificado. A metade da semana são três anos e meio. Se somarmos três anos e meio a partir do outono de 27 d.C. chegaremos à primavera de 31 d.C, data em que Jesus foi crucificado.

    No final desses 490 anos, em 34 d.C., os judeus selariam seu destino como povo de Deus. Logicamente que como indivíduos poderiam fazer parte do povo de Deus que viria depois. Qualquer pessoa, muçulmano, indiano, judeu, cristão, só é salvo através do sangue de Cristo. Mas os judeus não seriam mais a nação escolhida após 34 d.C.

    Em 34 d.C., Estevão, o primeiro mártir cristão, foi apedrejado. Os líderes judeus rejeitaram o evangelho e esse passou a ser disseminado entre os gentios. Podemos ler essa história no livro de Atos, quando o sumo sacerdote fez um discurso no apedrejamento de Estevão, renunciando a fé cristã, rejeitando a Jesus como o Messias. Em 34 d.C., o evangelho passou a ser pregado aos gentios e a primeira parte dessa profecia se cumpriu.

    Os 490 anos findaram em 34 d.C.

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  60. Pastor,

    O anjo Gabriel dividiu o período de 70 semanas em três partes:

    7 semanas (49 anos); 62 semanas (434 anos); 1 semana (7 anos).

    O ponto de partida é identificado como “a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. Daniel estava prisioneiro em Babilônia há 70 anos e estava preocupado em saber quando o povo seria libertado para voltar a Jerusalém e reconstruir a cidade, os muros, o templo e adorar a Deus em paz.

    Então Gabriel começou com um evento que era muito importante para Daniel. O tempo deveria ser contado a partir da ordem para restaurar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe. Quem é o Ungido? Jesus, sem sombra de dúvida.

    A partir do decreto para reedificar Jerusalém transcorreriam 7 e mais 62 semanas (de anos) até o Cristo, o Messias. Ainda restaria mais 1 semana profética para completar as 70 semanas anunciadas. Assim, desde o decreto para restaurar Jerusalém até o Messias, Jesus, transcorreriam 483 anos (7 + 62 semanas).

    Na realidade, foram baixados três decretos; o terceiro deles foi expedido por Artaxerxes e era muito importante porque permitia aos judeus não só partir, como também restabelecer a adoração a Deus. Isso ocorreu em 457 a.C.

    A partir daí, deveriam ser contadas as 69 semanas até o Messias e mais uma, para completar os 490 anos. Assim, partindo de 457 a.C., se somarmos mais 483 anos chegaremos ao ano 27 d.C., porque não existe o ano zero. Precisamente nesse ano Jesus Cristo, o Messias, foi batizado, ou ungido pelo Espírito Santo (Luc.3:1 e 21).

    Daniel 9:26 – “Depois das sessenta e duas semanas será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas”.

    No ano 70 d.C. a cidade de Jerusalém foi destruída por Tito Vespasiano. A Bíblia previra de forma milimétrica que o santuário terrestre seria destruído.

    Daniel 9:27 – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.

    Sessenta e nove das setenta semanas determinadas para o povo judeu haviam passado. Faltava a última semana. Uma semana profética, ou sete anos, que teriam início em 27 d.C. Se somarmos 27 com 7 chegaremos ao ano 34 d.C.

    No meio desse período, a Bíblia diz: “e na metade da semana”, o Messias seria crucificado. A metade da semana são três anos e meio. Se somarmos três anos e meio a partir do outono de 27 d.C. chegaremos à primavera de 31 d.C, data em que Jesus foi crucificado.

    No final desses 490 anos, em 34 d.C., os judeus selariam seu destino como povo de Deus. Logicamente que como indivíduos poderiam fazer parte do povo de Deus que viria depois. Qualquer pessoa, muçulmano, indiano, judeu, cristão, só é salvo através do sangue de Cristo. Mas os judeus não seriam mais a nação escolhida após 34 d.C.

    Em 34 d.C., Estevão, o primeiro mártir cristão, foi apedrejado. Os líderes judeus rejeitaram o evangelho e esse passou a ser disseminado entre os gentios. Podemos ler essa história no livro de Atos, quando o sumo sacerdote fez um discurso no apedrejamento de Estevão, renunciando a fé cristã, rejeitando a Jesus como o Messias. Em 34 d.C., o evangelho passou a ser pregado aos gentios e a primeira parte dessa profecia se cumpriu.

    Os 490 anos findaram em 34 d.C.

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    1. BG, Muito bom! Acompanho seu raciocínio quase que até o final. Para mim, a questão dos anos devem ser vistas de modo mais profético do que requer a precisão matemática. Eu já me daria por satisfeito em ver que os 483 anos nos colocam no período da vida e ministério de Cristo. A Visão das Setenta Semanas falam da morte do Ungido e tal profecia se cumprirá literalmente no calvário conforme você bem demonstrou. Cristo interpreta as Setenta Semanas de Daniel em Mt 23 e 24, a morte do Ungido desencadeia juízo sobre Jerusalém. Jesus chora sobre Jerusalém por ela não reconhecer o Messias que lhe traria a Paz. Conclusão: "Eis que teus inimigos te cercaram de tincheiras..." Jesus profetiza que a "casa" (Jerusalém) ficará vazia e protetiza também a destruição do templo dizendo que não ficará pedra sobre pedra. jesus diz que tais eventos aconteceriam naquela geração. A geração de Judeus que rejeitou o Cristo seria duramente penalizada. E foi exatamente isto que aconteceu. Já a partir do ano 63 quando o exército romano cerca Jerusalém, inciando 7 anos de sítio que produziu o período mais angustioso de toda a história de Jerusalém, conforme registros de Josefo. No ano 70, Tito invade a cidade, profana o templo e o destrói, cumprindo assim a profecia das Setenta Semanas e também a profecia de Cristo.
      Um grande abraço!
      Ildo

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  61. As 70 shavuym=semanas de anos, tinha como finalidade mostrar o aparecimento do messias...sabe entende desde a saída da ordem para restaurar Yahshalaym...até ao mashyah haverá...7 semanas e 62 semanas! o objetivo de Yahweh sobre as 70 semanas é a vinda do messias!
    Desde a saida da dita ordem até a tevilah=batismo de yahshuah quando ele se tornou no messias...haveria 69 semans ou 483 anos. Ou seja, é somente somarmos os 483 anos a partir da data da saida da ordem vamos chegar no ano, mes e dia do batismo de Yahshuah...shalom em yahshuah io unico nome que salva!!!

    ivonil ferreira de carvalho-jatai-go

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  62. Estava lendo os comentários de vcs, e confesso que estava aprendendo muito principalmente com os comentários do irmão Jefter que diga-se de passagem que sobre as 70 semana de Daniel, e tmb na minha humilde opinião o que eu acredito ser o mas correto. Mas em relação a vcs dizerem que a igreja passaram pela grande tribulação tomando como texto de referencia o soar da ultima trombeta achei no mínimo uma falta de exanimação mas profunda sobre o soar de trombetas. posso dar varios versículos Bíblicos que comprovam que nao passaremos pela tribulação por exemplo: 2Tessalonicense 2.1-12; outra razao pela qual creio que a posiçao pre-tribulacionista e biblicamente correta e Ap 4.4 Joao escreve``Ao redor do trono, ha tmb 24 tronos, e assentado neles tem 24 ancioes vestidos de branco em cujas cabeças estao coroas de ouro. Note que esses ancioes estao assentados vestidos e coroados. Isso e claramente o simbolo da igreja em Efesios 2.6 lemos que Deus nos faz assentar nos lugares celestiais em Cristo, em Ap 19.8 lemos ``Pois lhe foi dado vestir-se de linho finissimo, resplandecente e puro, lemos tmb em 2Tm 4.8 Ja agora a coroa da justiça me estar guardada, a qual o Senhor, reto juiz me dara naquele dia, e...... a todos quantos amam a sua vinda. A pergunta critica e esta: Quando a igreja sera vista no ceu em sua posiçao glorificada?? sera vista no inicio da tribulaçao que Joao descreve em Ap 4.19. Sera vista no ceu, assentada, vestida e coroada. Dessa forma, o Arrebatamento precedera a tribulacao. um forte abraço a todos. Missionario Luiz Cecim.

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    1. Caro Missionário Cecim, Graça e Paz!
      O texto de 2 Ts 2-1-12 prova exatamente o contrário, pois, nele, Paulo está ensinando que a Segunda Vinda de Cristo e a Nossa Reunião com ele (que se dá através do arrebatamento) não se dará sem que antes venha a apostasia e se manifeste o anticristo (2 Ts 2.1-3). Portanto, o arrebatamento só acontecerá após a manifestação do anticristo. E como sabemos que a manifestação do anticristo acontece no período da grande tribulação, de modo que o arrebatamento só acontecerá após, estando, assim, correta a interpretação pós-tribulacionista.
      Quanto a Ap 4.4, a figura dos 24 anciãos é representativa da Igreja. Mas isto não significa que a Igreja está totalmente no céu e não na terra. Apocalipse 6 mostra uma grande multidão composta pelas almas dos mártires cristãos que estão na glória e que clamam para que a justiça seja feita contra aqueles que lhes perseguiram e mataram. O texto diz que estas almas recebem vestiduras brancas e lhes é dito que repousem um pouco mais até que se completem o número de mártires. Portanto, uma parte da Igreja já está no céu e outra ainda não. Tal visão se dá no período da Grande Tribulação conforme Ap 7.14.
      Quando a visão se dá, temos uma igreja triunfante no céu e outra militante na terra!

      Deus abençoe!
      Bispo Ildo

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  63. Na verdade o texto de 1 Co 15.52 não se refere a vinda de Jesus após a grande tribulação, mas sim ao arrebatamento da Igreja antes da grande tribulação. Após os 7 anos da grande tribulação Jesus virá junto com aqueles que subiram no arrevatamento (Ap 19.11-21)para travar a batalha do armagedon contra a besta, o falso profeta, os reis da terra e seus congregados(Ap 19.19). A besta e o falso profeta serão aprisionadas no lago de fogo (Ap 19.20), os reis e congregados (ímpios que se dobraram à besta e receberam seu sinal)serão mortos com a espada que sairá da boca daquele que estava sobre o cavalo branco e todas as aves se fartarão de suas carnes(Ap19.21)Depois disso satanás será preso por mil anos (Ap 20.2). Portanto, Jesus virá após a grande tribulação para a batalha do armagedon (19.19-21) e para reinar por mil anos na terra, junto com a igreja do arrebatamento, junto com os crentes mortos durante a grande tribulação que não adoraram a besta e que serão ressucitados para reinar tbm com o Senhor, e provavelmente junto com aqueles que suportaram a grande tribulação fieis a deus e os crentes q nasceram nesse periodo (ap 713-17). Passados os mil anos, satanas será solto por um pouco de tempo e depois será lançado no lago de fogo onde ja estao a besta e o falso profeta(ap 20.7-10). Depois de tudo isso os impios serão ressucitados para receberem o juizo final de Deus(ap 20.11-15). Foi isso que consegui entender lendo a bíblia. bgd pelo espaço. Agora diga-se de passagem, a escatologia vai sempre divergir dependendo do ponto de vista de cada igreja, portanto, não dá pra dizer quem tá com a razão. só a bíblia tem razão. amem!!!

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    1. Caro Wagner, também concordo que só a Bíblia tem razão, portanto, cabe a nós, os cristãos, buscarmos compreender devidamente o ensino bíblico. Deixemos que a Bíblia fale por si mesma. Nada de ler a Bíblia a partir de esquemas pré-montados como o fazem os dispensacionalistas. Sabia que por mais de 1800 anos de história da igreja, nenhum estudioso bíblico chegou a compreensão de que a Igreja não passaria pela Grande Tribulação e de que o Arrebatamento seria um evento separado da Segunda Vinda manifesta de Cristo? isto prova que o ensino pré-tribulacionista não é produto natural do estudo da Bíblia. Sabemos também que foi através de uma profecia que a idéia de um arrebatamento secreto surgiu no grupo de Darby.
      Deixemos de lado os modelos pré-moldados para compreensão da Bíblia e nos voltemos para o puro texto bíblico e permitamos que os textos falem por si mesmos.

      Que o Espírito Santo o instrua em seus estudos bíblicos.

      um grande abraço,
      Bispo Ildo

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    2. Em nenhum lugar na Bíblia encontramos que o arrebatamento seja um evento separado da Segunda Vinda gloriosa e visível de Cristo. Nem nos Evangelhos, nem nas Epístolas e nem muito menos no Apocalipse.

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  64. eu ainda não lí todos os comentários que foram postados...
    Mas gostaria de sugerir ao Bispo José Ildo a inclusão da compreensão figurativa das 70 semanas...
    O Sr. defendeu a interpretação literal a qual já se cumprira.
    Entendi a sua argumentação: "É como se na visão das 70 Semanas a obra histórica de Cristo e a Sua Segunda Vinda estivessem sendo focalizadas, ao mesmo tempo, através de um telescópio." Agora, neste lapso temporal visto por uma lente telescópica o Sr. deixou de explanar para facilitar a compreensão.
    Fica a dúvida de que haverá ou não uma grande tribulação após a vinda de Jesus Cristo!!!!
    Ou os cristão estarão na grande tribulação, sendo os "mártires", ou serão arrebatados por Cristo estando ausentes desse sofrimento, ou já estamos vivendo a grande tribulação!!!!
    Baldwin escreveu, conforme a tua citação: "Mesmo antes da intensa oposição final (Mt 24.15) o crente pode esperar oposição tal como o Mestre experimentou (Jo 15.20), e assim a Igreja como um todo."
    Por este comentário estou enxergando a defesa de que a Igreja estará na grande tribulação!!!!
    Sinceramente, é necessário ser mais objetivo ao explicar o sentido figurativo!!!!

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  65. eu ainda não lí todos os comentários que foram postados...
    Mas gostaria de sugerir ao Bispo José Ildo a inclusão da compreensão figurativa das 70 semanas...
    O Sr. defendeu a interpretação literal a qual já se cumprira.
    Entendi a sua argumentação: "É como se na visão das 70 Semanas a obra histórica de Cristo e a Sua Segunda Vinda estivessem sendo focalizadas, ao mesmo tempo, através de um telescópio." Agora, neste lapso temporal visto por uma lente telescópica o Sr. deixou de explanar para facilitar a compreensão.
    Fica a dúvida de que haverá ou não uma grande tribulação após a vinda de Jesus Cristo!!!!
    Ou os cristão estarão na grande tribulação, sendo os "mártires", ou serão arrebatados por Cristo estando ausentes desse sofrimento, ou já estamos vivendo a grande tribulação!!!!
    Baldwin escreveu, conforme a tua citação: "Mesmo antes da intensa oposição final (Mt 24.15) o crente pode esperar oposição tal como o Mestre experimentou (Jo 15.20), e assim a Igreja como um todo."
    Por este comentário estou enxergando a defesa de que a Igreja estará na grande tribulação!!!!
    Sinceramente, é necessário ser mais objetivo ao explicar o sentido figurativo!!!!

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    1. Caro Saullo,

      Certamente a Igreja passa pela Grande Tribulação.

      O que quis demonstrar foi que o caráter primário da Grande Tribulação descrita na visão das Setenta Semanas tem a ver com a destruição de Jerusalém, profecia reiterada por Cristo que disse que a casa dos judeus ficaria deserta e que, do templo, não restaria pedra sobre pedra. Tudo isto se cumpriu literalmente no ano 70. Incluindo a profecia a respeito do abominável da desolação que profanaria o templo. Tito foi este abominável da desolação que segundo registros históricos, profanou o templo e depois o destruiu totalmente.
      Após o ano 70, lá por volta da década de 90, João escreveu o Apocalipse, falando sobre uma nova espécie de Grande Tribulação, que nada mais tem a ver com Jerusalém e nem com templo, pois isto já era passado. Agora, A Grande Tribulação recebe novos contornos e não se trata de juízo de Deus contra os injustos, mas tem a ver com a perseguição do anticristo e da besta contra a Igreja. A grande multidão dos mártires provenientes da grande tribulação é composta de cristãos de todos os povos línguas e nações, confirmando que a Grande Tribulação é de caráter universal e não localizada em Jerusalém.
      A nova Grande Tribulação não é capitaneada pelo abominável da desolação de que falou o profeta Daniel que viria para destruir Jerusalém, mas, sim, liderada pelo anticristo que vem para guerrear contra os santos da Igreja. Ele é anticristo e não antisemita. Uma boa leitura de Apocalipse confirma isto. Veja também 2 Ts 2.1-3. Obrigado por seu comentário. Deus o abençoe mais e mais!

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  66. Bispo Ildo de Melo, Boa Noite!

    Pelo que entendi, em seus comentários, não existe intervalo entre as "70 semanas de Daniel" e o seu cumprimento final deu-se com a destruição do templo em 70 DC. Todavia se o Ungido foi cortado após a 62(sexagésima segunda)- semana - aproximadamente 33DC- e a destruição do templo ocorreu em 70 DC, esse período(37 anos) é superior a uma semana(7 anos). Então a última semana, a septuagésima não ocorreu exatamente em sete anos corridos?

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    1. Sim, este é um texto profético e não possui precisão matemática. Para fins proféticos, é notável que as Setenta Semanas apontem para o período da vida e ministério de Jesus. Isto, por si só, já é impressionante!
      Jesus disse que a destruição de Jerusalém se daria naquela geração. 37 anos se enquandram perfeitamente no período de uma geração, de modo que a profecia de Cristo e de Daniel se cumprem devidamente.

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  67. Bom Dia a todos.
    Quero agradescer a Deus pela vida do Pastor, Pois a muito tempo lendo as sagradas escrituras, aprendi que existe muita baboseiras dentro das igrejas de hoje em dia, quando ainda novo na fé aprendi sobre as setenta semanas de Daniel de forma incoerente, Mais tarde aprendi outra coisa, que somente o Espirito Santo é que pode nos dá interpretação dos textos sagrados, e foi desta forma que passei a entender muitos desses temas que agora são debatidos, e quero inteirar que simpatizo com o artigo do pastor.

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    1. Caro Hoffman, fico muito feliz com seu testemunho. Eu também fui instruído na juventude de modo errado e confuso que é típico da doutrina dispensacionalista, e foi somente quando eu me voltei unica e tão somente para o estudo das Escrituras Sagradas que pude compreender melhor o que a Bíblia ensina de modo harmonioso sobre as últimas coisas. Deus continue abençoando sua vida e missão neste mundo!

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  68. Este comentário foi removido pelo autor.

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  69. Inteirando, hoje em dia se defende muito uma tempo de 7 anos de grande tribulação, porém é uma interpretação que não tem uma base biblica, pois que nem Jesus, nem os Apostolos, nem em apocalipse faz menção a 7 anos de grande tribulação. e o contexto que hoje se usa para defender essa ideia é a presunção de que ainda tem uma semana para se cumprir. o mais intrigante ainda é que as mesmos que defedem 7 anos de tribulação são os mesmos que defendem que a vinda de Jesus será em duas fases, pois tambem nem este argumento tem uma base biblica. hoje em dia a maioria da pessoas dentro da igreja apredem desta forma: 80% do que elas aprendem são o que elas ouvem e veem e cerca de 20% são do que elas realmente estudam. isso é claro que se restringe a maioria dos novos convertidos, pois que um novo convertido não tem discernimento, nem tão pouco base biblica para comparar e debater os que ele está aprendendo ou seja se porventura a pessoa que está a lhe ensinar, deturpar a palavra e lhe trazer uma heresia ele irá aprender daquela forma, e passará a outro e assim sucessivamente. Portanto hoje em dia muitos principios são criados em cima de versiculos isolados, um exemplo muito grande é lógico que por questão de ética não falarei o nome da igreja, mais exite uma igreja por aí que usa uma passagem de mateus para dizer que não existe pecado e não existe satanás, simplismente por usar o texto em que João Batista diz- EIS O CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRA O PECADO DO MUNDO Jo.1,29 ou seja por esse texto poderemos então fazer qualquer coisa e não será pecado? Lógico que não. portanto um versiculo isolado causa grandes danos. Se os que defedem 7 anos de grande tribulação e a vinda de Jesus em duas fases, se eles estudarem os textos sagrados sem se prederem a esses conceitos, e buscarem entender a mensagem genuina de cada texto, irão perceber que vinda do Senhor JESUS será de forma clara, visivél e gloriosa em uma só fase. Não precisamos complicar, somente precisamos entender.
    Abraços
    Paz de Cristo reine em todos nós.

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  70. Tudo muito bom, tudo muito bem. Uma coisa é certa, o encontro daqueles que temem a Jesus será repentino, seja por morte ou por arrebatamento; com mais uma semana de anos ou não. Que Deus tenha misericórdia de nós por afirmarmos aquilo que Ele não disse e sermos contados com falsos profetas, falsos mestres. Que não nos embaracemos nas letras, esperando do Pai sua revelação. Que não embaracemos outros. A Palavra é simples: apertada é a porta e estreito o caminho. Pai, que seja Jesus o meu foco diário para que eu não me perca e nem atrapalhe outros.

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  71. Meu Deus do céu! Quantos sábios que estão carecendo de sabedoria. Ficam fazendo matemática de tempo e estacoes.Voces são isso sim, antibíblicos. Se prendendo em números. A bíblia não e de particular interpretação, mais sim através do Espirito Santo. Pela carne e difícil e impossível entender a bíblia. Se voces realmente sabem do que ecrevem, fica uma pergunta? De acordo com a sabedoria de voces porque esta faltando os sinais especifico dos acontecimentos?Quando na bilbia fala das setenta semanas, realmente fala de setenta semanas sub-dividida, e depois daquele período o arrebatamento da igreja.Qualquer leigo que ler a bíblia vai entender o que e arrebatamento.Portanto,voces praticamente já decretaram a sentenca! E ficar pra sempre neste mundo mal. Minha esperança e salvação e em Cristo Jesus.Se realmente as setenta semanas aconteceram na integra, conforme voces dizem, todos os cristaos estao perdidos. A promessa de Jesus e voltar logos apos as aflicoes daqueles dias. Entao a onde esta Jesus que ainda nao voltou?.Eu creio na volta de Jesus a qualquer momento para levar sua noiva que esta com sua vestidura lavada e remida no sangue do cordeiro.Eu nao quero estar aqui durante esse periodo da grande tribulacao que Jesus ensinou.A biblia afirma que jamais avera tempos angustiosos como aqueles dias em que Deus ira derramar as taca da ira para punir o pecado dos iniquos.

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    1. Não entendi o que você quis dizer com: "Quando na bilbia fala das setenta semanas, realmente fala de setenta semanas sub-dividida, e depois daquele período o arrebatamento da igreja.Qualquer leigo que ler a bíblia vai entender o que e arrebatamento". O que significa "setenta semanas sub-divididas"? Daniel 9 nada menciona sobre arrebatamento. Onde foi que você enxergou arrebatamento no texto das Setenta Semanas?
      Eu não faço cálculos para descobrir a data da volta de Cristo, mas procuro entender através de um estudo profundo das Escrituras Sagradas o real significado do texto bíblico. Devemos procurar entender o significado das Setenta Semanas, pois esta é uma revelação bíblica muito importante, que serviu de base para o Sermão das últimas coisas de Jesus Cristo (Mt 23 e 24, Mc 13, Lc 21).
      As Setenta Semanas tem a ver com a destruição de Jerusalém, profecia reiterada por Cristo que disse que a casa ficaria deserta e que, do templo, não restaria pedra sobre pedra. Tudo isto se cumpriu literalmente no ano 70. Incluindo a profecia a respeito do abominável da desolação que profanaria o templo. Tito foi este abominável da desolação que segundo registros históricos, profanou o templo e depois o destruiu totalmente.
      Após o ano 70, lá por volta da década de 90, João escreveu o Apocalipse, falando sobre uma nova espécie de Grande Tribulação, que nada mais tem a ver com Jerusalém e nem com templo, pois isto já era passado. Agora, A Grande Tribulação recebe novos contornos e não se trata de juízo de Deus contra os injustos, mas tem a ver com a perseguição do anticristo e da besta contra a Igreja. A grande multidão dos mártires provenientes da grande tribulação é composta de cristãos de todos os povos línguas e nações, confirmando que a Grande Tribulação é de caráter universal e não localizada em Jerusalém.
      A nova Grande Tribulação não é capitaneada pelo abominável da desolação de que falou o profeta Daniel que viria para destruir Jerusalém, mas, sim, liderada pelo anticristo que vem para guerrear contra os santos da Igreja. Ele é anticristo e não antisemita. Uma boa leitura de Apocalipse confirma isto. Deus abençoe!

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  72. Amados irmãos ,como é bom ter a liberdade de expressar nossas opiniões , ensinos , experiências , sentimentos e outras coisas mais .E podermos analisarmos tudo à luz da palavra de Deus .Devemos dar graças a Deus por Nosso Senhor Jesus Cristo que nos concedeu a oportunidade de tamanha liberdade . Abraço

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  73. mas o versículo 29 de mateus 24,nos remete ao versículo 21 que é sequência do versículo 15,mostrando que depois desta abominação viria de fato o escurecer do sol e da lua,então,mesmo acontecendo algo semelhante na história,haverá esta abominação seguido do escurecimento do sol e da lua,pois com tito não houve isto,e de lá pra cá,já não se pode dizer que é em seguida.

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  74. graça e paz....

    Amados irmãos, tenho acompanhado esse debate e me foi de grande valia. Bispo Ildo, foi muito boa as tuas argumentações, esse ponto de vista a respeito das setenta semanas, assim como as do irmão Jefté.
    Espero que todas possam ter crescido com esse debate.
    Estou convencido de que falta uma semana ainda pra se cumprir...

    Paz a todos...

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  75. Agradeço a Deus por esse debate...Graças a Deus Ele nos dotou de inteligencia, e sabedoria, e ainda nos deu gratuitamente o Espirito Santo para que quando nossa sabedoria não alcançar aquilo que Deus tem para nos, Ele nos dá interpretação somente daquilo que devemos saber.. Então meus caros não se preocupe, apenas continuem, e Deixe Deus usar vocês para beneficio e conhecimento do povo de Deus, porque o conhecimento tem quem vir por intermédio de alguém...

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  76. Agradeço a Deus por esse debate...Graças a Deus Ele nos dotou de inteligencia, e sabedoria, e ainda nos deu gratuitamente o Espirito Santo para que quando nossa sabedoria não alcançar aquilo que Deus tem para nos, Ele nos dá interpretação somente daquilo que devemos saber.. Então meus caros não se preocupe, apenas continuem, e Deixe Deus usar vocês para beneficio e conhecimento do povo de Deus, porque o conhecimento tem quem vir por intermédio de alguém...

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  77. Fabio23 de março de 2013 00:12

    Ola irmão Bispo Ildo mello! Permita-me uma humilde consideração?

    entendo o que voce diz, porém a profecia de Jesus em mateus 24 e Lucas 21, (sinóticas) são profecias de dupla refencia, pois ela diz respeito sim aos eventos históricos (v 4 ao 14), mas também o que acontecerá no periodo da tribulação (v. 15 ao 31)
    Lembra das 3 perguntas? Mt 24.3
    eles perguntam;
    Quando sucederão estas coias? Destruição do Templo v.2 (história)
    Que sinal haverá da tua vinda? final da grande tribulação v.29 a 31
    E da consumação dos séculos? Castigo esterno
    Tudo o que Jesus faz e fala nos evangelhos, diz respeito a sua manifestação como o messias prometido para a Casa de Israel. Porém nós sabemos que ele foi rejeitado pelos seus como a escritura diz:
    Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. (CASA DE ISRAEL)
    Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; (IGREJA) João 1:11-12.

    É um erro afirmar, que Jesus se dirige a igreja quando ele fala sobre os últimos acontecimentos, no qual a Terra sentirá o furor da ira do Senhor, pois está claro que até então a igreja não havia sido estabelecida. E quando ela é estabelecia? No mesmo dia em que começam os últimos dias. Atos 2
    Podemos então ver dois acontecimentos distintos em Atos 2. A inauguração da igreja Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18 e o começo da contagem regressiva dos últimos dias dela sobre a Terra. Joel 2:28
    Vejamos a promessa feita por Jesus para a igreja de Filadelfia:
    Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei (do grego “tereo” ou “fhulasso” que entre outros significados temos a palavra custodia) da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Apocalipse 3:10

    Graça e Paz Irmão!

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