domingo, 12 de agosto de 2018

Quem foi o maior pai da história humana?



Quem foi o maior pai de toda a história?

Foi Abraão!

Por que?
Porque Abraão é pai dos árabes, dos midianitas, dos judeus e também de todos os cristãos. Pai da fé!
O nome de Abraão era originalmente Abrão, que significa: “o pai é exaltado”. Seus pais lhe deram este nome em honra ao deus pagão da lua, pois cultuavam a luz com os demais idólatras da cidade de Ur. Deus mudou o nome de Abrão para Abraão (Gn 17:5) como sinal de rompimento com as raízes pagãs. Outro motivo para a mudança do nome tem a ver com o seu novo significado: “pai de multidões”, de acordo com a promessa de Deus de que Abraão teria uma descendência inumerável. 25 anos se passaram até o cumprimento até o nascimento de seu filho Isaque. Durante este longo período de provação de sua fé, cada vez que alguém chamava o seu nome, ele podia se recordar da promessa. (Gn 11:30; 17:1-4, 17).

Além disso, ele foi um pai exemplar pelo amor e consideração a esposa, por sua fé, por sua obediência e por sua amizade com Deus.


  1. Foi um bom marido. Não foi um marido perfeito, mas, devemos lembrar que ele jamais desprezou sua esposa que, a princípio, era estéril, em uma época em que as mulheres estéreis eram desprezadas. Sara só veio a dar a luz milagrosamente com 90 anos de idade. 
  2. Sua fé e confiança na promessa e fidelidade de Deus. Creu contra a esperança. Hebreus 11 e Romanos 4. Sua fé foi provada por 25 anos, desde a promessa ao cumprimento e, posteriormente, quando Deus pede o sacrifício de Isaque. 
  3. A fé de Abraão era uma fé viva que o levou a obedecer ao mandamento extremo de Deus, crendo até mesmo que Deus era poderoso para ressuscitar a Isaque.
  4. Abraão foi chamado de “amigo de Deus”. “Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e Foi chamado amigo de Deus.”  (Tg 2.23–24 cf. 2Cr 20.7). 






quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Cristão banho-maria


“A vida que Ele viveu, qualificou-o para a morte que Ele sofreu. E a morte que Ele sofreu, nos qualifica para a vida que Ele viveu”. (Ian Thomas). Mas, infelizmente, existem muitos cristãos levando sua vida no banho-maria. Não são nem frios e nem quentes (Ap 3.15). Tem aqueles que até chegam a apelar para a graça de Deus para justificarem uma vida de frouxidão espiritual, convertendo em dissolução a graça divina (Jd 4; Rm 6.1; 2Co 6.1). Não priorizam o Reino de Deus e as coisas espirituais, não lêem a Bíblia e nem oram cotidianamente, não jejuam com regularidade, não estão comprometidos com o sustento e missão da igreja, e nem com sua obrigação de evangelizar e fazer discípulos; e nem dispostos a carregar os fardos uns dos outros, suportando as debilidades dos fracos para a edificação do Corpo de Cristo. Além disto, não fazem questão de participar, quando podem, de reuniões de estudo bíblico, oração, discipulado, célula, vigílias, retiros e outras programações da igreja, contentando-se em irem apenas aos cultos dominicais, e, muitos, nem isso fazem com fidelidade. Tem ainda aqueles que nem sequer fazem questão de participar da Ceia do Senhor. Uma boa parte destes, procura uma igreja maior, onde podem passar desapercebidos, evitando assim compromissos e responsabilidades, demonstrando possuírem uma mentalidade de cliente e não de membro do Corpo e de servo de Cristo. E tem ainda aqueles que optam por viverem fora do Corpo de Cristo, como se fosse possível ser cristão sem Igreja. Pelo que parece, esta modernidade líquida está realmente diluindo a fé e o compromisso de muitos para com o Senhor e Sua Igreja. “Desperta, ó tu que dormes!” (Ef 5.14).

A vida cristã não pode ser levada de qualquer jeito (Jr 48.10 e Fp 2.12). Paulo diz que, assim como um atleta treina para ser campeão, devemos nós também nos aplicarmos as atividades que promovem o nosso desenvolvimento espiritual (1Co 9.24-25). Pois, nosso crescimento espiritual não se dá à despeito da nossa vontade e dedicação. “Cresçamos na graça e no conhecimento de nosso Senhor.” (2Pe 3.18) e vivamos de modo digno do Evangelho, lutando juntos pela fé evangélica (Fp 1.27).

Bispo Ildo Mello

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