segunda-feira, 25 de abril de 2016
sábado, 23 de abril de 2016
John Wesley criticando a doutrina da predestinação incondicional
Textos Bíblicos
Mateus 25:8
Mateus 13:22
João 15:16
2 Coríntios 6:1
Mateus 25:18
Mateus 23:37
Hebreus 10:29
1 Tessalonicenses 4:8
Lucas 9:62
Efésios 4:30
1 Tessalonicenses 5:19
2 Pedro 2:1
Apocalipse 3:16
João 17:12
2 Timóteo 4:10
2 Pedro 2:15-22
1 Coríntios 10:12
João 15:6
Hebreus 10:38
Hebreus 10:39
Hebreus 6:4-6
2 Pedro 2:20
1 Timóteo 4:1
1 Timóteo 1:19
sábado, 16 de abril de 2016
Jesus, a chave hermenêutica
Comece a estudar a Bíblia despindo-se de ideias pre-concebidas. Leia a Bíblia sem as "ajudas" de Bíblias como Scofield, Anotada, etc. Deixe a Bíblia falar por si mesma! Textos mais claros devem lançar luz sobre os mais obscuros.
Estude escatologia a partir dos ensinos de Jesus Cristo registrados nos Evangelhos. Colete todos os textos de conteúdo escatológico proferidos por Nosso Senhor Jesus Cristo e responda a perguntas: O que Jesus ensinou a respeito da sua segunda-vinda? Qual a ordem cronológica dos eventos escatologicos segundo os ensinos de Jesus? A Igreja passa ou não pela Grande Tribulação segundo os ensinos de Cristo? Jesus nunca proferiu a palavra "milênio", mas falou sobre o Reino de Deus mais do que sobre qualquer outro assunto, então, qual é a concepção de Jesus a respeito do Reino de Deus?
Tire suas próprias conclusões baseado no ensino do Mestre! Depois faça o mesmo a respeito das Epístolas e veja se existe alguma diferença entre o ensino de Cristo e seus apóstolos. Vai se surpreender em ver a coerência entre eles! Por fim, faça o mesmo com Apocalipse e os livros do Antigo Testamento. Tendo Jesus Cristo como a chave hermenêutica para entender a escatologia! Por exemplo, estude o Apocalipse à luz do ensino de Jesus registrados nos Evangelhos!
Bom estudo!
Bispo Ildo Mello
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Uma crítica ao dispensacionalismo
Uma Crítica ao Dispensacionalismo
Bispo José Ildo Swartele de Mello
1. O que é o dispensacionalismo?
O dispensacionalismo é um sistema teológico que divide a história da relação de Deus com a humanidade em sete períodos distintos, chamados "dispensações" — isto é, modos diferentes pelos quais Deus administra o seu trato com o ser humano:
- Inocência (Gn 1.1–3.7)
- Consciência (Gn 3.8–8.22)
- Governo Humano (Gn 9.1–11.32)
- Promessa (Gn 12.1–Êx 19.25)
- Lei (Êx 20.1–At 2.4)
- Graça (At 2.4–Ap 20.3)
- Reino Milenar (Ap 20.4–6)
Embora a ideia de diferentes períodos na história redentora não seja em si problemática — a própria teologia reformada reconhece distinções entre os pactos —, o dispensacionalismo vai muito além disso. Ele constrói sobre essa divisão um edifício doutrinário que separa radicalmente Israel e a Igreja, fragmenta a Segunda Vinda de Cristo em múltiplas etapas e adia o Juízo Final por mais de mil anos após o retorno do Senhor. É justamente esse edifício que precisa ser examinado à luz das Escrituras.
2. Uma origem recente
O dispensacionalismo, com sua doutrina pré-tribulacionista, surgiu em meados do século XIX por meio de John Nelson Darby, que elaborou a ideia de que a vinda de Cristo ocorreria em duas fases distintas: a primeira, um arrebatamento secreto da Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda, a volta visível e gloriosa ao final dos sete anos de tribulação.
O que impressiona não é apenas a novidade da proposta, mas o silêncio absoluto que a precede. Nenhum Pai da Igreja, nenhum concílio ecumênico, nenhum credo histórico, nenhum comentário patrístico ou medieval descreve duas vindas de Cristo separadas por sete anos, com a retirada prévia da Igreja do mundo. Ireneu, Tertuliano, Agostinho, Crisóstomo, Tomás de Aquino, Lutero, Calvino, Wesley — nenhum deles chegou a essa conclusão lendo as Escrituras. Dezoito séculos de exegese cristã, em contextos culturais, linguísticos e teológicos os mais variados, produziram unanimidade neste ponto: a Igreja aguarda uma só vinda visível e gloriosa do Senhor. Que uma doutrina de tal impacto não tenha deixado rastro algum na tradição interpretativa da Igreja até o século XIX é, por si só, um dado que exige explicação. Isso não prova automaticamente que o arrebatamento pré-tribulacionista está errado — mas transfere para seus defensores o ônus de demonstrar, a partir das Escrituras, o que dezoito séculos de leitores atentos simplesmente não viram.
3. A esperança cristã não é secreta
Uma das doutrinas mais características do dispensacionalismo é a de um arrebatamento secreto e invisível ao mundo. Entretanto, as Escrituras apresentam a esperança cristã em termos diametralmente opostos: trata-se do aparecimento visível da glória de Deus no retorno de Cristo (Tt 2.13), da revelação pública de Jesus como Senhor, quando ele vier com os anjos do seu poder (2Ts 1.7).
Não há nada de secreto ou silencioso nos relatos bíblicos sobre a volta do Senhor. Paulo descreve o arrebatamento com "palavra de ordem", "voz de arcanjo" e "trombeta de Deus" (1Ts 4.16-17). Jesus afirma que todos os povos da terra o verão vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória (Mt 24.30). Pedro declara que o dia do Senhor virá "com estrepitoso estrondo" e que "os elementos se desfarão abrasados" (2Pe 3.10). O Apocalipse confirma: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram" (Ap 1.7).
4. Um só povo, um só plano
4.1 A falsa dicotomia entre Israel e a Igreja
Talvez o pilar mais problemático do dispensacionalismo seja a separação radical entre Israel e a Igreja como dois povos distintos de Deus, com propósitos diferentes. Lewis Sperry Chafer chegou a afirmar que Deus tem "um propósito terrestre com um povo terrestre (o judaísmo) e outro celestial com um povo celestial (o cristianismo)" (Chafer, Dispensationalism, Dallas Seminary Press, 1951, p. 107).
Essa tese desdobra-se numa ideia ainda mais grave: a Igreja seria um "parêntesis" no plano de Deus, um arranjo temporário surgido da rejeição de Israel ao Messias, e o "relógio profético" teria parado durante a era da Igreja.
As Escrituras, porém, não sustentam essa construção. Paulo deixa claro que a Igreja faz parte do propósito eterno de Deus, não de um plano B improvisado (Ef 1.3-4,22-23; 3.10-11). Jesus declarou que há "um só rebanho e um só pastor" (Jo 10.16). A Igreja primitiva era composta originalmente de crentes judeus — o remanescente fiel de Israel (Rm 9.6-8,27; 11.1-5). Os gentios convertidos foram enxertados nessa mesma oliveira (Rm 11.17-24), não plantados numa oliveira separada.
Nesse sentido, há muito mais continuidade do que descontinuidade entre Israel e a Igreja (Ef 2.11-22; 3.6; Gl 3.6-29). Não houve mudança no plano de Deus, mas revelação progressiva de um propósito que sempre incluiu judeus e gentios num só corpo (Gl 3.28-29; Ef 2.14-16). O verdadeiro Israel é aquele que possui o Messias — Cristo é a "videira verdadeira" (Jo 15.1), símbolo notório de Israel. O verdadeiro herdeiro de Abraão é quem tem fé no Messias prometido (Gl 3.7-9,29). "Verdadeiro judeu é aquele que é circuncidado no coração" (Rm 2.28-29). "Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito" (Fp 3.3). E não é sem propósito que o número dos apóstolos da Igreja corresponde exatamente ao número das tribos de Israel.
4.2 Um único plano de salvação
Do pressuposto de dois povos distintos, o dispensacionalismo deriva a ideia de dois planos de salvação — um para Israel e outro para a Igreja. Mas o Evangelho do Reino de nosso Senhor Jesus Cristo é a única esperança de salvação tanto para judeus quanto para gentios, pois Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2.11). Há um só caminho (Jo 14.6) e um único nome pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12).
Paulo dedica praticamente toda a Epístola aos Romanos para demonstrar que jamais existiram dois planos de salvação paralelos: desde Abraão, a justificação sempre foi pela fé, tanto para judeus quanto para gentios (Rm 4.11-12,16-17,23-24; Gn 17.5). A ideia de uma segunda oportunidade de salvação após o arrebatamento contradiz frontalmente o ensino de Jesus na parábola das dez virgens: quando o Noivo chegou, a porta foi fechada (Mt 25.1-13).
5. A Segunda Vinda: um único evento, não duas fases
5.1 Logo após a tribulação
O dispensacionalismo ensina que a Segunda Vinda pode ocorrer a qualquer momento, sem sinais prévios, e que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação. As Escrituras, porém, apresentam um quadro diferente: o Evangelho deveria ser pregado a todas as nações antes da volta do Senhor (Mt 24.14; At 1.8); a apostasia e o aparecimento do Homem da Iniquidade precederiam aquele dia (2Ts 2.1-3); e o arrebatamento não aconteceria antes da manifestação do Iníquo (2Ts 2.1-8).
O próprio Jesus situa sua vinda gloriosa não antes, mas "logo em seguida à tribulação daqueles dias" (Mt 24.29-31). E o Apocalipse retrata os santos passando pela tribulação, não escapando dela (Ap 1.9; 6.9-11; 7.9-17; 12.11,17; 13.7-8; 14.12-13).
5.2 Ressurreição geral e Juízo Final na Parusia
Os dispensacionalistas ensinam três ressurreições e três julgamentos distribuídos ao longo de mais de mil anos. As Escrituras, contudo, apontam para uma ressurreição geral de justos e ímpios na Segunda Vinda, seguida do Juízo Final.
Jesus afirma que, numa mesma "hora", todos os que estão nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: "os que fizeram o bem, para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação" (Jo 5.28-29). Ele também declarou que os justos ressuscitarão "no último dia" (Jo 6.40) — não mil e sete anos antes do último dia. Daniel profetiza que "muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno" (Dn 12.2), sem qualquer intervalo de mil anos entre as duas categorias.
Jesus ensina que, quando o Filho do Homem vier em sua glória, "todas as nações" serão reunidas diante dele, e ele separará uns dos outros "como o pastor separa as ovelhas dos cabritos" (Mt 25.31-33). Trata-se de um único evento, não de julgamentos fracionados ao longo de milênios.
6. O milênio e suas consequências absurdas
Para os dispensacionalistas, a Segunda Vinda não traz o Juízo Final, mas inaugura um reino milenar literal de Cristo na terra. Somente ao final desses mil anos haveria a ressurreição dos ímpios e o juízo definitivo. Essa construção, porém, gera consequências que contradizem o ensino claro das Escrituras:
A morte física continuaria existindo após a volta de Cristo — mas Paulo ensina que a morte é "tragada pela vitória" na ressurreição (1Co 15.54).
A criação permaneceria sob a maldição da Queda mesmo após a Parusia — mas Paulo afirma que "a própria criação será libertada do cativeiro da corrupção" naquele dia (Rm 8.21).
Os novos céus e nova terra só seriam estabelecidos mil anos depois — mas Pedro os apresenta como consequência imediata do dia do Senhor (2Pe 3.10-13).
Além disso, o dispensacionalismo afirma que, ao final do milênio, Satanás será solto e convencerá as nações da terra a guerrearem contra Cristo. Ora, que chance de vitória teriam nações armadas contra o Cristo glorificado, cercado por santos com corpos ressurretos e indestrutíveis? Para manter a coerência de sua leitura literal de Apocalipse 20, o dispensacionalismo é forçado a concluir que Cristo, mesmo glorificado, precisaria ser "socorrido" por um fogo vindo do céu. Mas o Cristo glorificado é aquele que vem "em meio a labaredas de fogo" para salvar seu povo e destruir os inimigos de Deus (2Ts 1.6-10; Is 66.15-16). Ele não precisa de socorro externo.
7. O templo: sombra superada pela realidade
O dispensacionalismo ensina que o templo judaico será reconstruído — para ser profanado pela Besta durante a Grande Tribulação e para abrigar sacrifícios durante o milênio. Não existe, porém, um único versículo no Novo Testamento que prometa a reconstrução do templo. Pelo contrário:
Jesus profetizou a destruição do templo e afirmou que isso se daria naquela geração (Mt 23.36; 24.2) — o que se cumpriu integralmente em 70 d.C., quando o general Tito profanou o santuário e destruiu Jerusalém, em consonância com Daniel 9.26.
Deus não habita em templos construídos por mãos humanas (At 7.48; 17.24). O tabernáculo e o templo veterotestamentários eram sombra da realidade que se manifestou em Cristo e na sua Igreja (Hb 9.9–10.14). No Novo Testamento, "templo" passa a designar Jesus, a Igreja como Corpo de Cristo e até mesmo o corpo físico dos crentes (Jo 2.19-21; 1Co 3.16; 2Co 6.16; Ef 2.21-22).
Falando à mulher samaritana, Jesus anunciou que a verdadeira adoração já não estaria mais confinada a Jerusalém, mas seria realizada "em espírito e em verdade" (Jo 4.21-24). Defender a necessidade de reconstruir o templo e reintroduzir sacrifícios — mesmo em caráter "memorial" — é regredir ao sistema sacrificial superado pelo sacrifício definitivo e irrepetível de Cristo na cruz (Hb 10.10-14). O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, não deixa lugar para outros sacrifícios.
8. As contradições internas do dispensacionalismo
Curiosamente, os dispensacionalistas se apresentam como defensores de uma hermenêutica literal. Contudo, quando a literalidade do texto contradiz seus pressupostos, são eles que recorrem à alegorização.
Quando Jesus disse que os que creem nele serão ressuscitados "no último dia" (Jo 6.40), os dispensacionalistas afirmam que "último dia" não significa realmente o último dia, mas mil e sete anos antes dele — uma vez que, segundo seu esquema, a ressurreição dos crentes ocorre antes da Grande Tribulação (sete anos) e antes do milênio (mil anos).
Quando Jesus declarou que chega "a hora" em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão — uns para a vida, outros para a condenação (Jo 5.28-29) —, eles negam o sentido natural do texto e afirmam que "a hora" abrange pelo menos três momentos distintos, separados por sete anos e mais mil anos. E que "todos" não significa todos, mas uns agora, outros depois e outros mais tarde ainda.
Quando Jesus disse ao sumo sacerdote e aos membros do Sinédrio que eles o veriam "vindo sobre as nuvens do céu" (Mt 26.64), os dispensacionalistas afirmam que ele não quis dizer isso literalmente, pois, segundo sua cronologia, os ímpios não ressuscitam na Segunda Vinda. São forçados, então, a alegorizar: o sumo sacerdote representaria a "comunidade judaica" em geral, e Jesus estaria apenas dizendo que haverá judeus vivos naquela ocasião.
Quando Apocalipse 1.7 ensina que "todo olho o verá, até quantos o traspassaram", eles sustentam que "todos" não é realmente "todos" e que aqueles que traspassaram Cristo na cruz de forma alguma ressuscitarão para testemunhar a sua volta.
E quando Jesus afirma que os ninivitas ressuscitarão no dia do juízo juntamente com a geração que o rejeitou (Mt 12.41), os dispensacionalistas simplesmente recusam a afirmação, porque ela contraria seu esquema de ressurreições e julgamentos separados.
Em resumo, aqueles que dizem interpretar a Bíblia literalmente são, paradoxalmente, os que mais precisam alegorizar quando o sentido literal do texto não se encaixa em sua teologia.
Conclusão
O dispensacionalismo é um sistema engenhoso, mas que se sustenta mais em pressupostos teológicos herdados do século XIX do que no testemunho consistente das Escrituras. Ao fragmentar o plano de Deus em duas histórias paralelas, ao dividir a Segunda Vinda em etapas artificiais e ao adiar o Juízo Final por um milênio, esse sistema acaba contradizendo o ensino claro de Cristo e de seus apóstolos.
As Escrituras apresentam um só povo, um só plano de salvação, uma só volta gloriosa e um só juízo final. A esperança cristã não é um evento secreto antes da tribulação, mas o aparecimento visível e glorioso de nosso Senhor Jesus Cristo, que virá para ressuscitar os mortos, julgar o mundo com justiça e inaugurar os novos céus e a nova terra. "Amém! Vem, Senhor Jesus!" (Ap 22.20).Estudo completo sobre a Segunda-vinda de Cristo e a Grande Tribulação em
http://escatologiacrista.blogspot.com.br/p/conceitos-tribulacionistas.html
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Mensagem de João Wesley sobre a Segunda-vinda de Cristo e o Juízo Final
Ao mesmo tempo, “o Filho do Homem aparecerá em meio de seus anjos” à vista de toda a terra; e os anjos “reunirão os eleitos de Deus, chamando-os dos quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mt 24.31). E o próprio Senhor virá nas nuvens em sua própria glória e na glória de seu Pai, com milhares de seus santos, miríades de anjos, e assentar-se-á sobre o trono de sua glória. “E diante dele serão reunidas todas as nações, e separará uns dos outros, e porá as ovelhas”, isto é, os bons, “à sua direita, e os cabritos”, isto é, os maus, “à esquerda” (Mt 25.31-46).
Pensando nessa assembléia geral, o discípulo amado assim se expressa: “Vi os mortos”, todos os que tinham estado sob a condição de mortos, “grandes e pequenos, perante Deus; e foram abertos os livros (expressão figurada, visivelmente tirada dos usos seguidos pelos tribunais humanos), e os mortos foram julgados segundo o que estava escrito nos livros acerca de suas obras” (Ap 20.12).
Depois disto, o que temos são novos céus e nova terra!
(SERMÃO 15 - O GRANDE TRIBUNAL)
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Contradições Dispensacionalistas
segunda-feira, 4 de abril de 2016
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