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Um Grito Necessário!

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A DIVINDADE DE CRISTO

  A DIVINDADE DE CRISTO Quem é Jesus, afinal? Comecemos com algumas perguntas fundamentais: Quem é Jesus segundo as Escrituras? Seria Ele apenas um profeta? Um mestre iluminado? Um ser criado exaltado? A Bíblia dá a Jesus atributos, nomes e obras que pertencem somente a Deus? Se só Deus deve ser adorado (Mt 4.10), por que Jesus recebe adoração no Novo Testamento? Se Deus não divide Sua glória com outro (Is 42.8), como explicar Ap 5, onde o Cordeiro recebe a mesma glória eterna do Pai? Essas perguntas não são meramente acadêmicas.  Nossa fé, nossa salvação e nossa adoração dependem da identidade correta de Jesus. E se Jesus não é Deus, então: sua morte não poderia satisfazer a justiça eterna; sua ressurreição não teria poder para nos vivificar; sua presença constante não seria possível; sua adoração seria idolatria. Mas se Ele é Deus Filho — como afirmam as Escrituras — então nossa fé repousa sobre o fundamento mais sólido possível. Vamos à exposição. I. SÓ DEUS PODE SER ADORAD...

Morte na Panela! Um grito de alerta.

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Hoje eu quero conversar com você sobre uma cena estranha da Bíblia… Um dia, no meio do povo de Deus, alguém gritou assim: “Homem de Deus, há morte na panela!” (2Rs 4.38–41) Imagine isso acontecendo num almoço da igreja… Todo mundo senta para comer… alguém experimenta… e de repente diz: “Tem veneno aqui. Se continuar comendo, a gente morre.” É exatamente essa a imagem espiritual desse texto. Lá em Gilgal, havia fome na terra (2Rs 4.38). Tempo de escassez, de crise, de dificuldade. Enquanto o povo comia qualquer coisa para sobreviver, os discípulos de Eliseu estavam na escola de profetas, em um ambiente espiritual, recebendo ensino, recebendo “pão do céu”. Mas perceba: até ali, naquele lugar santo, apareceu morte na panela. Isso já nos ensina algo muito sério: não é porque estamos na igreja, não é porque temos boa estrutura, boa liderança, bom ensino, que estamos automaticamente protegidos de todo veneno espiritual. Às vezes, a morte entra justamente onde a gente me...

Apostando na Ilusão: O Elo Entre a Teologia da Prosperidade e as Bets

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O mesmo espírito que anima a teologia da prosperidade é o que impulsiona a febre das apostas esportivas (bets) que se espalham pelo Brasil e pelo mundo. Ambos exploram o desejo humano de mudança imediata, prometendo riquezas fáceis e soluções instantâneas para os desafios da vida. A teologia da prosperidade transforma a fé em um investimento de retorno garantido, onde o fiel é levado a “semear” ofertas esperando uma colheita multiplicada. Da mesma forma, as apostas iludem seus participantes com a ideia de que um simples palpite pode reescrever seu destino financeiro. No fundo, ambos alimentam uma cultura de esperança vazia, onde o esforço, a disciplina e os princípios bíblicos de fidelidade, trabalho e contentamento são substituídos por uma mentalidade de “tudo ou nada”. Essa ilusão é especialmente perigosa porque aprisiona as pessoas em um ciclo de frustração e dependência, afastando-as da verdadeira fonte de provisão e segurança: Deus. O resultado é um povo que, em vez de buscar sabe...

Que teologia é essa?

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A Teologia dos Sonhos Terrenos versus a Verdadeira Esperança em Cristo Bispo Ildo Mello Atualmente, pregadores da teologia da prosperidade proferem frases polêmicas que afirmam que tudo o que sonhamos, tocamos e sentimos será realizado, pois vem de Deus. Essa mensagem, com seu apelo imediato e atraente, conquista multidões que desejam ver a materialização dos seus sonhos. Contudo, essa abordagem contrasta com o ensinamento central do Evangelho, que é a autonegação, a fidelidade à Palavra e a busca por uma pátria que não é deste mundo (Filipenses 3:20; 1 Pedro 2:11). 1. O Apelo das Promessas de Prosperidade Muitos pregam que a abundância material e a realização dos sonhos pessoais são sinais inequívocos da bênção divina. Essa visão, exemplificada em frases que exaltam a materialidade e o sucesso imediato, atrai a atenção de uma multidão sedenta por milagres palpáveis – como na multiplicação dos pães e peixes (João 6:1–14) –, satisfazendo necessidades momentâneas. Entretanto, essa...