segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Conheça a Igreja Metodista Livre

 


Conheça a Igreja Metodista Livre


Igreja Metodista Livre é uma comunidade cristã evangélica de tradição wesleyana, comprometida com a Palavra de Deus, com a ação do Espírito Santo e com a missão de fazer discípulos de Jesus Cristo.


Somos uma igreja bíblica, acolhedora e missionária. Cremos que o Evangelho transforma pessoas, famílias e comunidades, e por isso buscamos viver a fé de forma prática, santa e relevante, unindo adoração, discipulado, comunhão e serviço.


Nossa Identidade


Nossa identidade está enraizada nas Escrituras Sagradas e na herança do metodismo wesleyano, com ênfase em:

salvação pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo;

santidade de vida, como fruto da obra de Deus em nós;

discipulado, como caminho de crescimento cristão;

missão, como compromisso de toda a igreja;

amor ao próximo, com compaixão, justiça e serviço.


Cremos que a fé cristã não se limita a uma confissão verbal. Ela deve ser vivida no dia a dia, em obediência a Cristo, no testemunho, no caráter e no cuidado com as pessoas.


Também afirmamos que a santidade cristã não é apenas uma experiência pessoal, mas também um chamado comunitário e social. Como herdeiros da tradição wesleyana, entendemos que Deus nos chama a viver e proclamar uma santidade bíblica que alcance a igreja, a família, a sociedade e a cultura — difundindo, em todas as áreas da vida, os valores transformadores do Reino de Deus.


Por que “Livre” no nosso nome?


O nome Metodista Livre expressa convicções históricas e espirituais que continuam vivas em nossa igreja.


“Metodista”


Porque fazemos parte da tradição wesleyana, marcada pela centralidade de Cristo, pela autoridade da Bíblia, pela vida santa e pela missão.


“Livre”


Porque, desde a origem, defendemos uma igreja marcada pela graça, pela justiça e pela dignidade humana. Esse “livre” tem um significado profundo:

Livre para todos: em nossa história, rejeitamos a prática de assentos pagos nos templos, afirmando que a casa de Deus deve ser acessível a todos, sem distinção.

Livre da opressão: a Igreja Metodista Livre se posicionou contra a escravidão e contra formas de exclusão e injustiça.

Livre para a ação do Espírito Santo: valorizamos um culto bíblico, reverente e sensível à direção do Espírito.

Livre para servir: cremos que Deus chama e capacita seu povo para a obra, e que a igreja deve reconhecer e apoiar esse chamado.


Assim, “Livre” não é apenas parte do nome. É parte da nossa identidade.


Nossa História


A Igreja Metodista Livre surgiu em 1860, como um movimento de renovação espiritual e compromisso social dentro da tradição metodista. Desde o início, a igreja buscou unir fidelidade bíblica, santidade de vida, evangelização e cuidado com os mais vulneráveis.


Essa visão permanece até hoje: anunciar a salvação em Cristo e testemunhar o Reino de Deus com amor, verdade e serviço. Como dizia John Wesley, Deus levantou o povo metodista para espalhar a santidade bíblica por toda a terra — e isso inclui tanto a transformação pessoal quanto o testemunho cristão na sociedade.


A Igreja Metodista Livre no Brasil


No Brasil, a história da Igreja Metodista Livre começou com a obra missionária iniciada por Massayoshi “Daniel” Nishizumi, que chegou ao país com o propósito de evangelizar e plantar igrejas.


A partir desse início, a igreja se desenvolveu por meio da pregação do Evangelho, da formação de discípulos e da expansão missionária. Desde então, a Igreja Metodista Livre tem crescido com o propósito de ser uma comunidade bíblica e saudável, comprometida com a multiplicação de discípulos, líderes, grupos e igrejas.


Pioneirismo no ministério de mulheres


A Igreja Metodista Livre tem, desde sua origem, uma posição histórica de reconhecimento do chamado de Deus para mulheres no ministério.


Cremos que o Espírito Santo distribui dons e chama homens e mulheres para servir na igreja. Por isso, reconhecemos e apoiamos o ministério feminino em todos os níveis de liderança e serviço, incluindo ensino, discipulado, pastoreio, missão e funções ministeriais.


Esse compromisso faz parte da nossa identidade e do nosso entendimento bíblico sobre a dignidade, a vocação e a participação do povo de Deus na missão.


No que Cremos


Como Igreja Metodista Livre, cremos:

no Deus Triúno — Pai, Filho e Espírito Santo;

em Jesus Cristo como Senhor e Salvador;

na Bíblia como Palavra de Deus e autoridade para a fé e a vida;

na salvação pela graça, mediante a fé;

na ação transformadora do Espírito Santo;

na chamada para uma vida de santidade pessoal e social;

na Igreja como comunidade de adoração, discipulado e missão;

na volta de Cristo e na esperança do Reino eterno.


Nossa Missão


Nossa missão é viver e anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, formando discípulos maduros, igrejas saudáveis e líderes comprometidos com Deus e com as pessoas.


Queremos ser uma igreja que:

adora a Deus com sinceridade;

ensina e pratica a Palavra;

discipula com intencionalidade;

evangeliza com amor e fidelidade;

serve com compaixão;

testemunha Cristo em todas as áreas da vida;

promove os valores do Reino de Deus na sociedade.


Nossa Visão


Desejamos ser uma igreja:

centrada em Cristo

firmada na Palavra

cheia do Espírito Santo

comprometida com a santidade pessoal e social

acolhedora e missionária

engajada com a transformação da sociedade


Cremos que Deus usa a igreja local para alcançar pessoas, restaurar vidas e impactar comunidades com o poder do Evangelho.


Caminhe Conosco


A Igreja Metodista Livre é um lugar para crescer na fé, aprender a Palavra, desenvolver seus dons e viver em comunhão.


Aqui, valorizamos a presença de Deus, o discipulado, a oração, a vida em comunidade e o compromisso com a missão.


Todos são bem-vindos para conhecer a Igreja Metodista Livre e caminhar conosco na fé em Jesus Cristo.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

ATRIBUIÇÕES DOS ECÔNOMOS NA IGREJA METODISTA LIVRE

 ATRIBUIÇÕES DOS ECÔNOMOS NA IGREJA METODISTA LIVRE


Natureza do Ministério


O ecônomo é um líder leigo investido de responsabilidade espiritual e administrativa, chamado ao ministério da mordomia cristã. Serve em cooperação com o pastor e o Conselho local, promovendo ordem, reverência, acolhimento e cuidado social, conforme o Manual da Igreja Metodista Livre. Deve ser membro em plena comunhão, dizimista fiel (quando possuir renda), íntegro, maduro espiritualmente, conhecedor do Manual e comprometido com vida devocional e responsabilidade nos assuntos temporais e sociais da igreja.


Princípio norteador: O ecônomo facilita a missão, garantindo que recursos temporais sirvam a propósitos eternos.


1. Cooperação e representação pastoral


1.1. Auxiliar o pastor na organização prática da vida da igreja.

1.2. Servir como elo entre liderança e congregação, promovendo unidade.

1.3. Informar ao pastor situações que demandem cuidado pastoral (enfermos, afastados, crises).

1.5. Manter bom testemunho, vida de oração e estudo bíblico.


2. Logística e organização do culto


2.1. Garantir prontidão do templo (limpeza, iluminação, ventilação e som).

2.2. Organizar mobiliário e materiais litúrgicos (púlpito, mesa, assentos, Bíblias e boletins).

2.3. Apoiar a logística de eventos e cultos especiais (batismos, vigílias e celebrações).

2.4. Zelar por pontualidade e boa fluidez das atividades.


3. Santa Ceia


3.1. Preparar elementos e utensílios com reverência e higiene.

3.2. Organizar a mesa de forma digna e adequada ao memorial.

3.3. Auxiliar na distribuição, quando solicitado.

3.4. Limpar e guardar utensílios após a celebração.


4. Recepção, hospitalidade e ordem


4.1. Supervisionar a recepção de membros e visitantes.

4.2. Auxiliar na acomodação de pregadores visitantes e apoiar a equipe de louvor.

4.3. Zelar por reverência nos momentos de oração e pregação.

4.4. Agir com prudência em situações de desordem ou emergências.


5. Mordomia financeira e social


5.1. Supervisionar coleta, contagem e registro de dízimos e ofertas, em colaboração com a tesouraria e conforme normas locais. O ecônomo não substitui a tesouraria nem a auditoria; coopera com elas conforme a organização aprovada pela igreja local.

5.2. Manter sigilo, retidão e responsabilidade no manuseio de valores.

5.3. Apoiar a assistência social: identificar necessidades e auxiliar na distribuição de recursos com critério, justiça e discrição.

5.4. Cooperar com iniciativas sociais viáveis e com instituições/agências comunitárias aprovadas no atendimento às necessidades humanas, mantendo o propósito cristão desse serviço.


6. Visitação e cuidado comunitário


6.1. Visitar enfermos, idosos e enlutados, representando a igreja.

6.2. Oferecer apoio bíblico e oração com discrição e ética.

6.3. Identificar ausentes e buscar contato para encorajamento.


7. Preservação do patrimônio


7.1. Zelar pela conservação da estrutura e equipamentos.

7.2. Informar necessidades de reparos ou melhorias.

7.3. Apoiar logística externa quando designado (estacionamento, segurança e acessos).


Disposição final


O ecônomo exerce seu ministério em espírito de serviço (diaconia), com amor, ordem e responsabilidade, contribuindo para que a igreja adore a Deus e faça discípulos.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

João 3.16–19 — O coração missionário de Deus

João 3.16–19 — O coração missionário de Deus

Por Bispo Ildo Mello


Introdução

Quando pensamos em missão, quase sempre pensamos na igreja: o que fazer, para onde ir, como agir. Mas João 3.16–17 coloca tudo no lugar certo: missão não começa com a igreja; missão começa com Deus (Jo 3.16–17).

Antes de haver enviados, houve um Deus que amou.
Antes de haver evangelização, houve um Filho que foi dado.
Antes de nossas orações missionárias, houve um coração divino pulsando em direção ao mundo (Jo 3.16–17).

Por isso, antes de falarmos sobre “ir”, precisamos contemplar o coração missionário de Deus.


1) A fonte e a origem da missão: “Deus” (Jo 3.16)

A missão nasce do próprio Deus: Ele é quem toma a iniciativa.

  • Deus foi ao encontro do ser humano caído, que se escondeu após pecar (Gn 3.9).
  • Deus chamou Abraão para que, por meio dele, todas as famílias da terra fossem abençoadas (Gn 12.1–3).
  • Deus perseguiu Jonas com sua graça e o enviou para que Nínive fosse alcançada (Jn 1.1–2; 3.1–3; 4.11).

Missão, portanto, não é um projeto humano tentando chegar a Deus. É Deus indo ao encontro do mundo.


2) A motivação da missão: “amor” (Jo 3.16)

O motor da missão não é culpa, nem pressão, nem estratégia religiosa. É amor.

  • “Deus prova o seu amor” ao entregar Cristo por nós quando ainda éramos pecadores (Rm 5.8).
  • Nós amamos porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4.19).

Quando a igreja perde essa motivação, missão vira ativismo. Quando o amor governa, missão vira testemunho vivo e espontâneo. 


3) A medida do amor: “de tal maneira” (Jo 3.16)

O texto não diz que Deus amou “de qualquer maneira”, mas “de tal maneira”: amor com peso, com profundidade, com entrega. Amor sacrificial.

E isso nos ensina: a missão não é movida por conveniência; é movida por consagração.


4) O alvo e o alcance da missão: “o mundo” (Jo 3.16–17)

O alvo do amor de Deus é o mundo — a humanidade caída, sem distinção de raça, cultura, classe ou nação (Jo 3.16–17).

O Novo Testamento reforça esse alcance:

  • Cristo é “propiciação” não somente pelos nossos pecados, mas pelos do “mundo inteiro” (1Jo 2.2).
  • Jesus é o “Cordeiro de Deus” que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).
  • A graça de Deus “se manifestou salvadora a todos” (Tt 2.11).
  • Deus “ordena” que todos, em todo lugar, se arrependam (At 17.30).
  • Cristo é a “luz” que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano (Jo 1.9).

Deus não se afastou do mundo por causa do pecado; Ele se aproximou do mundo por causa do amor (Jo 3.16–17). E a igreja não pode escolher amar só “os nossos”.


5) O custo da missão: “deu o seu Filho” (Jo 3.16)

Deus não enviou um anjo, nem uma carta. Deus deu o Filho.

O amor de Deus não ficou no campo do sentimento; tornou-se envio e sacrifício (Jo 3.16–17). Amar, nas Escrituras, é agir.

Esse “dar” envolve:

  • encarnação (Jo 1.14),
  • humilhação e obediência até a cruz (Fp 2.6–8),
  • pobreza voluntária por amor (2Co 8.9).

E isso nos confronta: Deus não enviou o que sobrava. Deus enviou o que tinha de melhor (Jo 3.16).

Aqui cabe uma pergunta pastoral e direta: quantos pais cristãos, de fato, desejam que seus filhos sirvam no centro da vontade de Deus — inclusive na obra missionária? Às vezes celebramos missão no discurso, mas hesitamos quando a missão nos custa pessoas, tempo, conforto e recursos.

Lembro daquela história do fazendeiro que resolveu ofertar ao Senhor o porquinho mais mirradinho — o “tiguera”. Só que o tempo passou, o tiguera cresceu, ficou gordo… e o coração do fazendeiro mudou. Ele já não queria ofertar o melhor.

Que o Senhor nos livre desse espírito mesquinho: uma consagração que promete muito quando o custo parece pequeno, mas recua quando percebe o valor do que será entregue. Missão não é lugar de resto; missão é lugar de primícias (cf. Pv 3.9).


6) O modelo da missão: “enviou” (Jo 3.17)

Missão é movimento: sair, aproximar-se, cruzar barreiras. E Jesus viveu isso de modo encarnado:

  • Ele tocou o impuro e restaurou o excluído (Mc 1.40–42).
  • Ele sentou-se à mesa com pessoas desprezadas e as chamou ao arrependimento (Lc 5.29–32).
  • Ele entrou em casas, alcançou famílias, transformou histórias (Lc 19.1–10).
  • Ele chorou com os que choram (Jo 11.33–35).

Ele não nos amou de longe. Ele se identificou conosco e entrou na nossa história (Jo 1.14).

E então vem a transição decisiva: o Filho enviado faz discípulos e, aos discípulos, entrega a mesma incumbência:

“Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.” (Jo 20.21)

Portanto, missão não é atividade opcional; é vocação. Não é departamento; é identidade. Não é propaganda; é testemunho de vida, palavra e amor (cf. Mt 28.18–20; At 1.8).


7) A condição e o anúncio: “todo o que nele crê” (Jo 3.16,18)

A missão anuncia um dom que se recebe pela fé — não por mérito (Ef 2.8–9).

E isso define o tom da igreja: nós não vendemos salvação; nós proclamamos o Cristo que salva.


8) A intenção do envio: não condenar, mas salvar (Jo 3.17)

O texto é cristalino: o propósito do Filho é salvar (Jo 3.17). A missão da igreja, portanto, não é anunciar condenação como se esse fosse o centro da mensagem. A condenação é fruto do pecado; a missão de Cristo é oferecer vida (Jo 3.16–17).

Isso molda profundamente o estilo da nossa missão:

  • não arrogante,
  • não agressivo,
  • não condenatório,
    mas redentor, compassivo e esperançoso (cf. Jo 3.17; 2Co 5.18–20).

👉 A igreja existe não para julgar o mundo, mas para testemunhar ao mundo o amor salvador de Deus (Jo 3.16–17).


9) O juízo e a decisão diante da luz (Jo 3.18–19)

Há seriedade no texto:

  • “Quem não crê já está condenado” (Jo 3.18).
  • “A luz veio ao mundo… mas os homens amaram mais as trevas” (Jo 3.19).

Evangelizar é conduzir pessoas ao ponto de decisão: vir para a luz ou permanecer nas trevas (Jo 3.19–21). A resposta à luz revela o coração e define o destino eterno.


Aplicações práticas

O que Jo 3.16–19 exige de nós hoje?

  1. Voltar ao coração de Deus: amor que busca, amor que se doa, amor que salva (Jo 3.16–17; Rm 5.8).
  2. Oferecer a Deus o melhor: recursos, dons, tempo, agenda e disposição (cf. Pv 3.9; 2Co 9.6–8).
  3. Seguir o modelo de Jesus: proximidade, compaixão, verdade e fidelidade até o fim (Jo 1.14; Mc 1.40–42; Jo 11.35).
  4. Assumir que missão é responsabilidade de toda a igreja: todo discípulo enviado (Jo 20.21; Mt 28.18–20; At 1.8).

E, acima de tudo, caminhar com esta convicção: Deus amou — Deus deu — para que todo o que crê viva (Jo 3.16). Se Deus fez isso por nós, como tratar missão como algo secundário?

Igreja missionária é igreja que entende que amar custa: tempo, recursos, reputação e conforto (cf. Lc 9.23–24).


Apelo

Deixe-me perguntar, com mansidão e sinceridade:

  • O seu coração está em sintonia com o coração de Deus (Jo 3.16)?
  • Seu amor tem se traduzido em ações concretas em favor da humanidade caída (1Jo 3.16–18)?
  • Você tem se movido na direção dos perdidos: em oração, em testemunho, em convite, em generosidade (Cl 4.2–6; Mt 5.14–16; 2Co 9.6–8)?

Se Deus amou e enviou, nós não podemos amar e ficar parados (Jo 3.16–17; Jo 20.21).


Conclusão

João 3.16–19 nos mostra que:

  • o amor de Deus é a fonte da missão (Jo 3.16; Rm 5.8);
  • o envio do Filho é o modelo da missão (Jo 3.17; Jo 20.21);
  • a salvação é o propósito da missão (Jo 3.16–17);
  • a resposta à luz revela o coração e aponta o destino (Jo 3.18–19).

A pergunta final não é se Deus ama o mundo — Ele já deixou isso claro (Jo 3.16).
A pergunta é: nós refletiremos esse amor?

Que Deus nos desperte para uma fé que ama, uma igreja que vai e uma missão que glorifica a Cristo, para que o mundo não apenas ouça — mas veja — o amor de Deus em ação (Mt 5.14–16).


Oração final

Pai, que não sejamos apenas receptores do teu amor, mas canais. Reacende em nós o teu coração missionário. Dá-nos coragem para oferecer o melhor, graça para amar com verdade e compaixão, e fidelidade para viver como enviados de Cristo. Em nome de Jesus, amém. (Jo 20.21)

Postagem em destaque

Como Enfrentar os Desafios Contemporâneos do Ministério Pastoral

Introdução Pastorear o rebanho de Deus nunca foi uma tarefa fácil. Hoje, então, nem se fala! Desde 1986, quando plantei minha primeira igre...

Mais Visitadas