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O Rico e Lázaro

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  O rico e Lázaro Riqueza, indiferença e a suficiência da Palavra (Lc 16.19-31) Bispo Ildo Mello   Introdução A história do rico e de Lázaro aparece somente no Evangelho de Lucas e está entre os textos mais lembrados sempre que se fala da vida depois da morte, e talvez por isso desperte tantas perguntas. Trata-se de uma parábola ou do relato de um caso real? Por que o mendigo tem nome e o rico não? O que o texto ensina sobre o estado dos mortos, e o que ele não pretende explicar? E por que a história termina com a afirmação de que nem a ressurreição de um morto convenceria quem não ouve Moisés e os Profetas? Todas essas perguntas merecem resposta, mas convém dizer desde já que a parábola não foi contada para satisfazer a curiosidade de ninguém sobre o além. Ela é uma das advertências mais contundentes de Jesus sobre o perigo das riquezas e sobre a indiferença diante do sofrimento humano, e coloca cada pessoa diante da sua responsabilidade moral, do juízo de Deus e da nece...
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A vida de Gideão Deus chama gente fraca, é paciente com a fé que treme e guarda o coração de quem vence Juízes 6 a 8 · Bispo Ildo Mello Introdução: o contexto Abra aí a sua Bíblia em Juízes, capítulo 6. É bastante texto, então eu não vou ler tudo. Vou começar lendo e depois a gente vai tratar de alguns pontos específicos dessa história tão interessante, que é a história de Gideão. O texto começa assim: "Os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor e por isso o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas durante sete anos" (Jz 6.1). Pisaram na bola. Pecaram, se desviaram do Senhor, praticaram idolatria, se afastaram de Deus. E os midianitas deitaram e rolaram. Os midianitas, aqui, são os inimigos do povo de Deus, e os inimigos do povo de Deus estavam triunfando sobre o povo de Deus porque o povo de Deus deixava de ser povo de Deus. Se afastava de Deus, pecava, se rebelava contra Deus, se esquecia de Deus (Jz 2.11-15). Irmãos, de Deus não se zomba: "aquilo ...