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Mostrando postagens de janeiro, 2026

O Divino Hóspede e a Obra do Amor

Leitura Bíblica: "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito." (2 Coríntios 3:18) 1.⁠ ⁠Não uma Força, mas um Amigo Divino - Muitas vezes, em nossa caminhada, corremos o risco de buscar o "poder" de Deus como se fosse uma eletricidade espiritual para resolver nossos problemas. Mas as Escrituras nos corrigem gentilmente: o Espírito Santo não é uma energia impessoal, uma "força ativa" ou uma influência abstrata. Ele é uma Pessoa Divina. Ele possui intelecto para nos ensinar, vontade para distribuir dons "como lhe apraz" (1 Coríntios 12:11) e emoções sensíveis — tanto que a Bíblia nos adverte a não O entristecermos (Efésios 4:30). O privilégio da nossa fé não é apenas crer sobre o Espírito, mas crer nele como o "outro Consolador", aquele que está ao nosso lado e habita em nós. Se no Antigo Testamento De...

Crianças na Santa Ceia: uma defesa bíblica, histórica e pastoral

A pergunta é antiga e gera dúvidas sinceras: crianças podem participar da Santa Ceia? Se podem, em que condições? Se não, qual a base bíblica para excluí-las? Para responder sem cair na mera repetição de costumes, precisamos de honestidade teológica. Afinal, a Ceia é um “prêmio” para quem atingiu certo nível intelectual, ou um meio de graça para quem precisa ser nutrido no caminho? (1Co 10.16–17; 1Co 11.23–26) Como metodistas, afirmamos que a Santa Ceia é sacramento — não apenas um memorial. Isso significa que ela é um meio de graça: um sinal visível instituído por Cristo, pelo qual Deus fortalece, desperta, consola e confirma a fé do seu povo. Não adoramos os elementos, mas recebemos, com reverência, aquilo que eles significam e comunicam: a comunhão com Cristo e com o seu corpo. (1Co 10.16–17; 1Co 11.23–26) Por isso, a pergunta sobre crianças não pode ser resolvida apenas pela régua da “compreensão intelectual”. Se a Ceia é sacramento, ela não é prêmio de maturidade, mas alimento par...

Redação do meu filho Daniel quando tinha 10 anos de idade

Meu pai se chama José Ildo Swartele de Mello. Ele usa óculos, é magro, é alto, tem olhos pretos, cabelos pretos e curtos, com entradas no cabelo. Ele tem trinta e cinco anos. É esperto e joga bem futebol. Tem três filhos. Meu pai é bem alegre, é bem-humorado e é uma pessoa generosa. Ele reclama demais, é mandão e é muito corajoso. Eu gosto muito do meu pai, porque ele sempre me deu muito carinho. Meu pai é pastor. Eu acho que ele gosta muito da sua profissão, porque, na sua profissão, ele está ajudando as outras pessoas que não conhecem a Palavra de Deus. Meu pai age do mesmo jeito que pensa. Eu nunca tive surpresas desagradáveis com meu pai.

Correndo para o Alvo: A Maturidade que Não se Acomoda

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