Postagens

O Divino Hóspede e a Obra do Amor

Leitura Bíblica: "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito." (2 Coríntios 3:18) 1.⁠ ⁠Não uma Força, mas um Amigo Divino - Muitas vezes, em nossa caminhada, corremos o risco de buscar o "poder" de Deus como se fosse uma eletricidade espiritual para resolver nossos problemas. Mas as Escrituras nos corrigem gentilmente: o Espírito Santo não é uma energia impessoal, uma "força ativa" ou uma influência abstrata. Ele é uma Pessoa Divina. Ele possui intelecto para nos ensinar, vontade para distribuir dons "como lhe apraz" (1 Coríntios 12:11) e emoções sensíveis — tanto que a Bíblia nos adverte a não O entristecermos (Efésios 4:30). O privilégio da nossa fé não é apenas crer sobre o Espírito, mas crer nele como o "outro Consolador", aquele que está ao nosso lado e habita em nós. Se no Antigo Testamento De...

Crianças na Santa Ceia: uma defesa bíblica, histórica e pastoral

A pergunta é antiga e gera dúvidas sinceras: crianças podem participar da Santa Ceia? Se podem, em que condições? Se não, qual a base bíblica para excluí-las? Para responder sem cair na mera repetição de costumes, precisamos de honestidade teológica. Afinal, a Ceia é um “prêmio” para quem atingiu certo nível intelectual, ou um meio de graça para quem precisa ser nutrido no caminho? (1Co 10.16–17; 1Co 11.23–26) Como metodistas, afirmamos que a Santa Ceia é sacramento — não apenas um memorial. Isso significa que ela é um meio de graça: um sinal visível instituído por Cristo, pelo qual Deus fortalece, desperta, consola e confirma a fé do seu povo. Não adoramos os elementos, mas recebemos, com reverência, aquilo que eles significam e comunicam: a comunhão com Cristo e com o seu corpo. (1Co 10.16–17; 1Co 11.23–26) Por isso, a pergunta sobre crianças não pode ser resolvida apenas pela régua da “compreensão intelectual”. Se a Ceia é sacramento, ela não é prêmio de maturidade, mas alimento par...

Redação do meu filho Daniel quando tinha 10 anos de idade

Meu pai se chama José Ildo Swartele de Mello. Ele usa óculos, é magro, é alto, tem olhos pretos, cabelos pretos e curtos, com entradas no cabelo. Ele tem trinta e cinco anos. É esperto e joga bem futebol. Tem três filhos. Meu pai é bem alegre, é bem-humorado e é uma pessoa generosa. Ele reclama demais, é mandão e é muito corajoso. Eu gosto muito do meu pai, porque ele sempre me deu muito carinho. Meu pai é pastor. Eu acho que ele gosta muito da sua profissão, porque, na sua profissão, ele está ajudando as outras pessoas que não conhecem a Palavra de Deus. Meu pai age do mesmo jeito que pensa. Eu nunca tive surpresas desagradáveis com meu pai.

Correndo para o Alvo: A Maturidade que Não se Acomoda

Imagem

Que Criança é Essa?

Imagem
O Natal que nos Encontra Quando Deus entra na nossa história Que criança é esta? Essa é a pergunta que o Natal nos obriga a responder. Não é uma pergunta poética apenas. É uma pergunta decisiva. Porque, dependendo da resposta, o Natal pode ser apenas mais uma data no calendário — ou o começo de uma nova vida. Isaías anunciou, séculos antes, que Deus daria um sinal à humanidade: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe chamará Emanuel” (Is 7.14). Emanuel não é apenas um nome bonito. É uma declaração: Deus está conosco. O Natal não começa com o homem procurando Deus, mas com Deus vindo ao encontro do homem. O mundo estava em trevas. Trevas morais, espirituais, existenciais. Pessoas vivendo, mas sem saber para quê. E então Isaías proclama: “O povo que andava em trevas viu grande luz” (Is 9.2). Essa luz não é uma ideia, nem uma filosofia, nem uma religião melhorada. Essa luz é uma Pessoa. Jesus nasce para iluminar consciências, confrontar o pecado e oferecer redenção. O pro...

O Natal que Confronta

Imagem
O Natal que muitos celebram hoje é bonito, emotivo e bem iluminado — mas, muitas vezes, esvaziado de seu significado mais profundo. Neste vídeo, somos confrontados com a pergunta central do Natal, a mesma que atravessa a história e alcança o coração de cada pessoa:  “Que criança é esta?” Nesta mensagem, você será convidado a olhar além do presépio decorativo e do clima sentimental, para encarar o  Natal bíblico  — aquele que não apenas consola, mas confronta; não apenas emociona, mas exige resposta. O berço aponta para a cruz. A manjedoura anuncia o Reino. O nascimento revela guerra espiritual, arrependimento, decisão e rendição ao Rei. Aqui refletimos sobre: O  Natal domesticado , que transforma Jesus em um símbolo inofensivo A unidade inseparável entre  Berço, Cruz e Coroa O Natal como avanço do Reino de Deus em território hostil O chamado do Natal à  decisão , não à distração A verdadeira  paz , que só existe para quem recebe o Rei Esta não é apenas...

O Natal que Confronta

 O Natal que Confronta O Natal é, ao mesmo tempo, a história mais conhecida do mundo e a mais ignorada em seu significado real. Todo ano, repetimos imagens: luzes, presépios, músicas, família reunida, mensagens bonitas. Mas permanece a pergunta decisiva — a pergunta que o próprio Natal coloca no centro da sala, no centro do coração, no centro da história: Que criança é esta? Se essa pergunta não for respondida com reverência e fé, o Natal vira apenas uma decoração emocional: bonito por fora, vazio por dentro. E é exatamente isso que tem acontecido com frequência. A sociedade aprendeu a celebrar “o Natal” sem precisar lidar com Cristo. Aprendeu a manter o ambiente agradável, mas sem permitir que Jesus seja Senhor. 1. O Natal domesticado: um Cristo “seguro” demais A cultura moderna gosta de um Jesus que não incomoda. Um Jesus bebê, silencioso, “fofo”, que cabe numa manjedoura decorativa e não exige nada além de um sentimento leve. É um Cristo reduzido: bom exemplo, inspiração de bond...