Os defensores do universalismo proclamam a salvação incondicional de toda a raça humana, independentemente da fé, arrependimento, ou comportamento moral. No entanto, tal ensino contraria diretamente as palavras de Cristo, que advertiu sobre o caminho estreito que conduz à salvação e sobre o Juízo Final, onde haverá separação entre os justos e os ímpios. O universalismo, ao tentar tornar o Evangelho mais "digerível" e agradável à sociedade contemporânea, ignora essas verdades fundamentais, comprometendo a mensagem essencial do Evangelho.
De acordo com a perspectiva universalista, religiosos e não religiosos, crentes e ateus, cristãos e adoradores da Besta, honestos e desonestos, apóstolos e fariseus — a quem Jesus chamou de "raça de víboras" — todos, sem exceção, herdarão o Reino dos Céus. Isso inclui até mesmo figuras históricas notoriamente perversas, como Hitler. No entanto, essa visão está em clara oposição às palavras de Jesus. Ele declarou: "Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus" (Mateus 5:3, NVI). O universalismo, por outro lado, sugeriria: "Bem-aventurados os soberbos, pois deles também é o Reino dos Céus".
Jesus disse: "Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus" (Mateus 5:8, NVI). Mas, segundo o universalismo, "Bem-aventurados os impuros de coração, pois eles também verão a Deus". Enquanto Jesus proclamou: "Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos Céus" (Mateus 5:10, NVI), o universalismo poderia alegar: "Bem-aventurados os corruptos e opressores, pois deles também é o Reino dos Céus". O universalismo ignora as advertências de Cristo, como: "Vigiem e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer e estar de pé diante do Filho do Homem" (Lucas 21:36, NVI). Segundo o universalismo, a vigilância e a oração seriam irrelevantes, já que todos, independentemente de suas ações ou crenças, estariam salvos no final.
Essa visão torna irrelevantes o arrependimento e a fé para a salvação, sugerindo que todos, eventualmente, serão salvos. Contudo, as Escrituras ensinam claramente que a pregação do Evangelho é necessária para a salvação e que haverá um Juízo Final, onde se dará a separação entre salvos e perdidos. O Apocalipse adverte: "Aquele cujo nome não foi encontrado no livro da vida foi lançado no lago de fogo" (Apocalipse 20:15, NVI). Paulo reforça essa ideia ao dizer: "Todavia, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento" (Romanos 2:5, NVI).
Deus é amor, mas Ele também é justo juiz e "fogo consumidor" (Hebreus 12:29, NVI). Jesus ensinou que, no dia do Juízo Final, haverá uma separação eterna entre os salvos e os perdidos (Mateus 25:31-46, NVI). O destino dos perdidos será o inferno, conforme Jesus advertiu: "Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e lance-o fora. É melhor perder uma parte do corpo do que ser todo ele lançado no inferno" (Mateus 5:29, NVI). Ele também afirmou: "Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados" (João 15:6, NVI).
Diante disso, fica claro que o universalismo não só distorce a mensagem do Evangelho, mas também desconsidera as sérias advertências de Cristo sobre o julgamento e a necessidade de fé e arrependimento. Portanto, devemos estar vigilantes contra essa perigosa heresia, que ameaça comprometer a integridade da fé cristã.
De acordo com a perspectiva universalista, religiosos e não religiosos, crentes e ateus, cristãos e adoradores da Besta, honestos e desonestos, apóstolos e fariseus — a quem Jesus chamou de "raça de víboras" — todos, sem exceção, herdarão o Reino dos Céus. Isso inclui até mesmo figuras históricas notoriamente perversas, como Hitler. No entanto, essa visão está em clara oposição às palavras de Jesus. Ele declarou: "Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus" (Mateus 5:3, NVI). O universalismo, por outro lado, sugeriria: "Bem-aventurados os soberbos, pois deles também é o Reino dos Céus".
Jesus disse: "Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus" (Mateus 5:8, NVI). Mas, segundo o universalismo, "Bem-aventurados os impuros de coração, pois eles também verão a Deus". Enquanto Jesus proclamou: "Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos Céus" (Mateus 5:10, NVI), o universalismo poderia alegar: "Bem-aventurados os corruptos e opressores, pois deles também é o Reino dos Céus". O universalismo ignora as advertências de Cristo, como: "Vigiem e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer e estar de pé diante do Filho do Homem" (Lucas 21:36, NVI). Segundo o universalismo, a vigilância e a oração seriam irrelevantes, já que todos, independentemente de suas ações ou crenças, estariam salvos no final.
Essa visão torna irrelevantes o arrependimento e a fé para a salvação, sugerindo que todos, eventualmente, serão salvos. Contudo, as Escrituras ensinam claramente que a pregação do Evangelho é necessária para a salvação e que haverá um Juízo Final, onde se dará a separação entre salvos e perdidos. O Apocalipse adverte: "Aquele cujo nome não foi encontrado no livro da vida foi lançado no lago de fogo" (Apocalipse 20:15, NVI). Paulo reforça essa ideia ao dizer: "Todavia, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento" (Romanos 2:5, NVI).
Deus é amor, mas Ele também é justo juiz e "fogo consumidor" (Hebreus 12:29, NVI). Jesus ensinou que, no dia do Juízo Final, haverá uma separação eterna entre os salvos e os perdidos (Mateus 25:31-46, NVI). O destino dos perdidos será o inferno, conforme Jesus advertiu: "Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e lance-o fora. É melhor perder uma parte do corpo do que ser todo ele lançado no inferno" (Mateus 5:29, NVI). Ele também afirmou: "Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados" (João 15:6, NVI).
Diante disso, fica claro que o universalismo não só distorce a mensagem do Evangelho, mas também desconsidera as sérias advertências de Cristo sobre o julgamento e a necessidade de fé e arrependimento. Portanto, devemos estar vigilantes contra essa perigosa heresia, que ameaça comprometer a integridade da fé cristã.
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